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Arquivo: Novembro 2007

Cidade da Maia

mjfsantos 30/11/2007 @ 14:05

Maia - MetroMaia - CentroMaia - IgrejaMaia - Monumento

(Fotos:José Alberto)



Brasão - Maia

 

A Maia é uma cidade portuguesa no Distrito do Porto, região Norte e subregião do Grande Porto, com cerca de 38.543 habitantes.

É sede de um pequeno município com 83,70 km² de área e 120 111 habitantes (2001), subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios da Trofa e de Santo Tirso, a leste por Valongo, a sueste por Gondomar, a sul pelo Porto, a sudoeste por Matosinhos e a noroeste por Vila do Conde.

História

A zona onde actualmente se encontra o município é povoada há milénios, tendo sido encontrados vestígios que datam do Paleolítico. Em muitos dos montes da região existiram povoados, da Idade do Ferro. Atraídos pela riqueza dos solos e a abundância de recursos, os romanos também deixaram aqui as marcas visíveis da sua ocupação.

Em meados do século XIII, o julgado maiato estendia-se desde a cidade do Porto até ao Ave e do mar até às serras. Em 1304, no entanto, as Terras da Maia foram integradas no termo do Porto, perdendo a autonomia administrativa e política. Em 1360, foram instituídos os primeiros donatários na região e, nesse ano, D. Pedro I doou o senhorio da Azurara, com o julgado da Maia, ao infante D. Dinis, seu filho.

A história deste município está, também, intimamente ligada à fundação da nacionalidade. Alguns autores defendem mesmo que o príncipe Afonso Henriques terá sido aqui educado, junto à família dos Mendes da Maia, a que pertenciam o arcebispo de Braga D. Paio Mendes e o famoso guerreiro Gonçalo Mendes da Maia, o "Lidador", assim chamado por ter entrado em constantes lutas destemidas contra os sarracenos.

Na época dos Descobrimentos, saíram da Maia, tecidas com as matérias-primas dos linhares locais, grande parte das velas que equiparam as caravelas portuguesas.

No início do século XVI, coube a D. Manuel I conceder o foral, que previa as rendas e os foros a pagar aos donatários dos reguengos da Maia, bem como a forma de exercer as penas e justiças mais comuns. Entre os anos de 1700 e 1836, o concelho era composto por 44 freguesias e englobava toda a faixa marítima entre o Leça e o Ave. Com as reformas administrativas iniciadas em 1836, transformou-se num município autónomo, mas reduzido em área e em número de freguesias. Em 1857, chegou mesmo a ser extinto e foi necessário esperar até 1868 para que fosse restaurado.

No século XIX, a Maia foi atravessada, em 1809, pelo exército napoleónico do duque da Dalmácia, o marechal Soult, que de Braga se dirigia para o Porto. Nos anos agitados das lutas liberais foi também, entre 1832 e 1834, palco de lutas sangrentas entre absolutistas e liberais.

Após a proclamação da República, em 1910, a Maia (elevada a vila no ano de 1902) teve por algum tempo, como administrador, o filósofo tribuno Leonardo Coimbra.

No dia 23 de Agosto de 1986, a Maia foi, finalmente, elevada à categoria de cidade.

(Texto: Wikipedia)



Cidade de Gondomar

mjfsantos 29/11/2007 @ 12:28

Gondomar - Vista Rio DouroGondomar - Vista Monte CastroGondomar - Casa S Miguel

(Fotos: Casa S Miguel)



HISTÓRIA 

Segundo a tradição, a origem do topónimo de Gondomar remonta ao ano 610 D.C., quando o rei visigodo Flávio Gundemário, andou por estas terras ricas em ouro.
Como demonstram achados arqueológicos encontrados no Monte Crasto, o local terá sido habitado muito antes.
Documentalmente os primórdios desta terra remontam a uma referência à Igreja de Stª Eulália, no ano de 897.

Outra versão é que Gondomar tem a sua origem em vila Gumades (de mina de ouro) e vem directamente do latim Gundimarus.
Os documentos mais antigos de que há conhecimento, datados de 1095 já referem a Vila de Gondomar, como podemos observar, antes da fundação da nacionalidade em 1143.

D. Sancho I, o Rei Povoador, demarcou o couto de Gondomar em 1193, doando-o ao Bispado do Porto e fazendo acompanhar da respectiva carta de couto, confirmada por seu filho D. Afonso II, em 1218. No reinado de de D. Manuel I, em 1515, é atribuído o foral ao "Município de Gondomar".

Ao longo da sua história, Gondomar foi ganhando e perdendo freguesias, alterando a sua própria configuração geográfica. Das várias modificações verificadas, destacam-se as perdas de Avintes (para Vila Nova de Gaia) e de Campanhã (para o Porto), mas também os importantes ganhos de Melres, Rio Tinto, Lomba e São Pedro da Cova.

Em 1927 a sede do concelho - S. Cosme - foi confirmada como "Vila de Gondomar" e elevada à categoria de Cidade mais recentemente, em 1991.
A actual situação juridico-administrativa do Concelho contempla três cidades (Gondomar, Rio Tinto e Valbom) e duas vilas (Fânzeres e S. Pedro da Cova).

Gondomar Coração de Ouro

O Coração de filigrana, logótipo de referência do concelho de Gondomar, é parte integrante do brazão da cidade, representa as industrias locais, significando o sentimento artístico com que esta indústria é executada em Gondomar, é de ouro, metal que alude ao nome da Cidade e é o mais rico da heráldica e que significa nobreza, fé, sabedoria, fidelidade, constância, poder e liberdade. É esmaltado de azul que significa zelo, lealdade e caridade.

(Texto:Gondomar.com)



Gondomar - Biblioteca

(Foto: CMGondomar)



Gondomar - Brasão

Gondomar é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito do Porto, região Norte e subregião do Grande Porto, com cerca de 25 700 habitantes.

É sede de um município com 133,26 km² de área e 164 096 habitantes (2001), subdividido em 12 freguesias. O município é limitado a nordeste pelos municípios de Valongo e Paredes, a sueste por Penafiel e Castelo de Paiva, a sul por Arouca e Santa Maria da Feira, a sudoeste por Vila Nova de Gaia, a oeste pelo Porto e a noroeste pela Maia.

O presidente da Câmara Municipal é Valentim Loureiro.

(Wikipedia)



Cidade da Trofa

mjfsantos 28/11/2007 @ 13:18

Origens    


Documentos pré-históricos, na sua maioria constituídos por espólios desenterrados por pacientes arqueólogos, denunciam que os primitivos povos do vale de Bougado desceram das que os circundavam, onde viviam da caça e dos frutos silvestres.Instalaram-se nas férteis terras ribeirinhas do rio Ave, a princípio alagadas por extensas toalhas de água que, com o decorrer do tempo, foram cobertas por terras de aluvião.Destas terras e de outras arroteadas à custa de sobre-humana força recolheram ao longo de séculos e milénios o sustento para viver, inúmeras vezes abatidos e sangrando por pestes, secas, doenças, guerras e inundações.Para de defenderam destes males recorriam a Deus, reunindo-se em “igreja” para a oração colectiva, sob a paternidade de um santo, o seu orago ou padroeiro.Desta comunhão eclesial do povo de Bougado brotaram duas comunidades paroquiais aí por volta dos finais do século VII com a recristianização da Península Ibérica: São Martinho e São Tiago, seus oragos e padroeiros.

A de S. Martinho representada no brasão da cidade da Trofa pelo báculo de bispo e a de S. Tiago, apóstolo, pelo bordão.

Do amanho da terra viveram os seus povos, durante séculos. A partir do século XX, a indústria é a sua actividade principal.O brasão da cidade assim informa: uma espiga para simbolizar a actividade agrícola e uma roda dentada significando a indústria.Duas comunidades, pois, e um só povo.  

 

 

 O Brasão da Trofa  



 O Brasão (ou armas da cidade) apresenta-se de campo ou fundo branco com os seguintes elementos:

Trofa - Brasão 

Em chefe, uma roda dentada com uma espiga sobreposta  no arco  direito , que simbolizam as  duas principais actividades económicas  da cidade da Trofa : a indústria e o comércio.

De cada lado, a figuração das duas freguesias representadas, simbolicamente , pelos seus padroeiros : São Martinho de Tours (o báculo evangelizador das Gálias) e São Tiago (o bordão de peregrino com as tradicionais vieira e cabaça).Todas estas figuras estão representadas com as cores naturais, indicando-se o ouro para o báculo por ser o metal que significa nobreza, fidelidade e constância, três grandes qualidades daquele santo padroeiro.Em contra-chefe, quatro faixas onduladas , duas de azul e duas de prata , com figura da demolida Ponte Pênsil da Barca da Trofa com as respectivas torres.Coroa mural de prata de cinco torres e listel branco com os dizeres “Trofa” de negro.

 

 

Ex-libris da Trofa   


Na  sua metade do século XX , o vale de Bougado  é rasgado pela estrada real de Porto-Braga  e pela linha do Minho, do Porto a Valença  com seguimento para Espanha, acrescida dos ramais de Braga e de Monção.A travessia do rio Ave faz-se, então, pela ponte pênsil da Barca da Trofa e pela ponte férrea na fronteira. com Lousado, construídas para o efeito.O vale de Bougado, que até aí guardava ciosamente os seus habitantes apegados à terra desde o seu nascer ao seu morrer, como as árvores enraizada, nascendo, crescendo, vivendo e morrendo, despertou do seu sono secular e milenar  e abriu de par em par as portas para  a civilização de horizontes mais avançados e  dilatados.Desapegou-se da rabiça do arado e lançou-se na indústria.Os primeiros produtos manufacturados começaram-se a escoar  a partir de 1912 pelo país e pelas colónias. Nas décadas seguintes cresceram em quantidade e variedade, estendendo-se pelo estrangeiro.Esta revolução industrial que, em finais do século XIX continua em crescendo, lançando os seus nas tentáculos por toda a região do baixo Ave, tem sido fonte rica de fartura e abundância para promoção social dos povos, a par de uma agricultura nas várzeas de Santiago de Bougado, próspera e rentável.

Justo é que a esbelta ponte pênsil da Barca da Trofa seja o marco, a ponte, entre um passado agrícola de subsistência e um futuro industial de crescimento e desenvolvimento.

Ela é, pois, ex-libris da cidade da Trofa.  

Origem ou significado da palavra Trofa 


 Sobre a origem ou significado da palavra Trofa, que veio a assumir-se como corónimo e toponómio, as opiniões são diversas, confusas e hipotéticas.Para uns, nada mais fácil ou expedido, tal origem tinha raíz em trofa ou trufa com o significado de tempos recuados de gracejo, escárnio, zombaria e daí os verbos trofar ou trufar de remota origem do troçar dos tempos de agora.Para a Profª. Carolina Michaelis de Vasconcelos, Trofa «nome de uma povoação minhota  (perto de Famalicão) é nome de capa de junça ou palha de centeio, também chamada “croça” ou “palhoça”, com que os lavradores daquela província se agasalham tão agradável e pitorescamente contra a chuva.

Croça ou coroça = a amarela ; de crocea derivado de cromo – Palhoça de palha. Trofa, do germânico Troufe, Traufe, “goteira, biqueira, carne de telhado” de que a água escorre em bicas como das trofas de junça”».

Já Frei João de Sousa, nos seus “ Vestígios da Língua arábica”, lembra-nos que Trofa, corrupção de tarufa ou tarifa, é palavra árabe que significa cousa extrema, final, última.Ainda no dizer deste autor, Trafaria, corrupção do árabe Tarifa, também coisa extrema, apresentava a mesma origem de Trofa .Segundo o Prof. Dr. António Cruz:«As terras extremas localizadas na margem de rios de transposição dificultada pela corrente o profundidade, constituindo-se, pouco a pouco, em povoado de circulação, ( pois que, obrigando a demora, não o eram apenas de passagem ), vem podiam, na verdade, receber a designação que melhor vinha a caber-lhes na língua árabe e num sentido genérico. Estamos a lembrar-nos, agermanada com a Trofa do Ave, da outra a Trofa do Vouga. E elas não são únicas.»«Apurado, de seguro, e para já, temos isto: uma velha estalagem ao serviço de caminheiros, a estalagem da Trofa, remontando a tempos medievais; e a travessia do rio Ave, também desde uma época muito recuada, a fazer-se a vau ou utilizando barcas, naquele mesmo ponto que isso veio a ser designado como Barca da Trofa.»«O mapa dos caminhos medievais portugueses tem sempre de inscrever com passagem pela Trofa – terra extrema – a carreteira que ligava a cidade do Porto a Braga, por ser essa a mais directa e, como tal, a preferida dos viageiros; a não ser assim, como viria a justificar-se tudo quanto diz respeito à instalação e manutenção de uma venda – ou, em designação posterior, quando não contemporânea, porque já existia e era então corrente, uma estalagem – capaz de os acolher e dar-lhes sustento antes da travessia do Ave.”O exemplo desta e doutras estalagens vem abonar, segundo os especialistas, que aí, na instalação de abrigos e de pequeno comércio, que se radica o desenvolvimento de uma povoação nas margens de uma via de comunicação. Estes povoados, por isso mesmo, são chamados, e bem, povoados de circulação.

“Não foi outra coisa a primitiva Trofa, de princípio assinalada tão só pela estalagem medieval que nela fora instalada” – assim conclui o Prof. Dr. António Cruz.


(Fonte:Atelier)



Trofa - Igreja Nossa Senhora das Dores



A Trofa é um concelho e cidade portuguesa pertencente ao Distrito do Porto, Região Norte e subregião do Ave, com cerca de 20 700 habitantes,na cidade e 38 000 o concelho.

É sede de um pequeno município com 71,73 km² de área e 37 581 habitantes (2001), subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Vila Nova de Famalicão, a leste por Santo Tirso, a sul pela Maia e a oeste por Vila do Conde.

A Trofa foi elevada a vila a 28 de Junho de 1984 e a cidade pela lei n.º 29/93 de 2 de Julho de 1993. Tornou-se município autónomo em 19 de Novembro de 1998, por desanexação do vizinho concelho de Santo Tirso (em simultâneo com os municípios de Odivelas e Vizela, criados na mesma altura, por desanexação de Loures e Guimarães, respectivamente).

História

A Trofa tem tido um papel fundamental devido à localização geográfica entre Porto e Braga/Guimarães, localizando-se na fronteira de Douro e Minho mas ainda do lado do distrito do Porto, o que faz com que a localidade trofense seja mencionada já desde a época do império romano ("trofa" designa fronteira em árabe, pois a cidade faz a fronteira entre o Douro Litoral e o Baixo Minho). Um factor importante para o seu crescimento foi a implementação da estação de caminhos-de-ferro no início do século XX, o que levou ao seu crescimento exponencial.


Texto:(Wikipédia)

Cidade de Santo Tirso

mjfsantos 27/11/2007 @ 13:52

Santo Tirso - Paços do ConselhoSanto Tirso - Praça dos CarvalhaisSanto Tirso - Praça Conde S. BentoSanto Tirso - Rio Ave

Situado no Norte do país, Santo Tirso é considerado um concelho de charneira entre o Grande Porto, o Tâmega e o Ave.

Pertence ao distrito do Porto e esteve, durante um longo período de tempo, integrado na Numenclatura de Unidade Territorial (NUT) III do Ave, que englobava ainda os concelhos de Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Trofa, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela. No entanto, foi recentemente aprovada a sua transição para a NUT III do Grande Porto, devido à sua recente integração na Grande Área Metropolitana do Porto.

É delimitado a Norte pelos concelhos de Vila Nova de Famalicão e Guimarães, a Nordeste por Vizela e Lousada, a Este por Paços de Ferreira, a Sul com o concelho de Valongo e a Oeste pelos concelhos da Trofa e Maia.

Possui uma área de cerca de 140 Km2 e é composto por 24 freguesias.

As suas excelentes acessibilidades aproximam o concelho dos principais centros urbanos, mas também de importantes interfaces de transportes, nomeadamente o porto de Leixões e o aeroporto Francisco Sá Carneiro. Da rede viária que serve o concelho destaca-se a Auto-Estrada A3, o IC 24, a EN104, a EN105, a EN204, a ER207 e a ER319. É ainda servido pela linha ferroviária de Guimarães, recentemente beneficiada.

O concelho de Santo Tirso é um dos mais belos rincões desta região, em que cada lugar é um jardim e uma janela aberta sobre a verdejante paisagem. O perfil montanhoso da região e a sua densa vegetação fazem de qualquer miradouro um local de desfrute de grande beleza paisagística.

A gastronomia da região brinda-nos com alguns dos mais característicos pratos do panteão gastronómico do Douro Litoral e Minho, como o bacalhau, o cabrito assado, os rojões e o cozido à portuguesa. Na doçaria são nacionalmente conhecidos os famosos jesuítas e os limonetes, cuja receita nasceu no concelho. A tradição conventual oferece-nos as bolachas do Mosteiro de Santa Escolástica (Roriz).

A produção vinícola local também faz jus à tradição. O vinho verde é rei nesta região, alcançando algumas das quintas produtoras, vários prémios e distinções. No Mosteiro de Singeverga é produzido o conhecido licor dos beneditinos, o licor de Singeverga (Roriz).

O termalismo encontra lugar em Santo Tirso. As Termas das Caldas da Saúde (Areias), proporcionam, a quem as demanda, conforto e qualidade, sendo indicadas para o tratamento de doenças de pele, reumatismo e problemas do aparelho respiratório.

No artesanato local destacam-se os brinquedos de madeira, as mantas e tapetes executados em teares manuais, bem como os trabalhos realizados em ferro forjado e em granito.

(Fonte: cm-stirso)



Santo Tirso é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito do Porto, Região Norte e subregião do Ave, com cerca de 10 000 habitantes.

É sede de um município com 135,31 km² de área e 72 396 habitantes (2001), subdividido em 24 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Vila Nova de Famalicão e de Guimarães, a nordeste por Vizela, a leste por Lousada, a sueste por Paços de Ferreira, a sul por Valongo, a sudoeste pela Maia e a oeste por Trofa. Outro importante pólo concelhio é Vila das Aves.

Até 1834 constituiu o couto de Santo Tirso que era composto pelas freguesias de Santo Tirso, São Miguel do Couto e Santa Cristina do Couto. Até 1998 o actual concelho da Trofa esteve integrado no de Santo Tirso, que era por isso um dos 10 mais populosos do país.

(Wikipedia)



Vila Verde

mjfsantos 26/11/2007 @ 13:11

Vila Verde - Ponte NovaVila Verde - BibliotecaVila Verde - Igreja 



Vila Verde é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Braga, região Norte e subregião do Cávado, com cerca de 3 800 habitantes.

É sede de um município com 227,20 km² de área e 46 579 habitantes (2001), subdividido em 58 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Ponte da Barca, a leste por Terras de Bouro, a sueste por Amares, a sul por Braga, a oeste por Barcelos e a noroeste por Ponte de Lima.

Resenha Histórica

Vila Verde é um concelho relativamente moderno, com pouco mais de cem anos de existência e, um dos maiores da província do Minho.

Foi fundado em 24 de Outubro de 1855, com a extinção de outros concelhos como, Pico de Regalados, Vila Chã e Larim, Penal e Prado, cujas origens remontam a nebulosos tempos da Pré-História e da Idade Média. Pico de Regalados, primitivamente, foi couto dado por D. Afonso Henriques ao Arcebispo de Braga, D. Paio Mendes. Foi tido como um dos mais antigos e aristocráticos do País. D. Manuel I concedeu-lhe foral em 13 de Novembro de 1513.

Vila Chã e Larim foi o primeiro foral concedido por D. Afonso III. Teve a sua sede primitiva no lugar com o mesmo nome da actual freguesia de Carreiras S. Tiago. Mais tarde mudou a sua sede para o lugar de Revenda da freguesia de Travassós, transitando, posteriormente, para a freguesia de S. Paio de Vila Verde.

Penal, também conhecido por Portela de Penal ou Portela das Cabras, foi-lhe concedido foral por D. Manuel I, em 6 de Outubro de 1514.

Prado, recebeu foral de D. Afonso III, concedido em 1260. D. Manuel I confirmá-lo-ia em 1510. Teve a sua sede na freguesia do mesmo nome.

A primeira notícia sobre Vila Verde remonta ao século X e constitui, talvez, a mais antiga documentação do topónimo Vila Verde, ou um dos raríssimos casos em que este topónimo surge antes da nacionalidade, pois quase na totalidade dos casos revela-se posterior ao século XI. Nessa altura, boa parte do território do actual concelho aparece na posse da poderosa família da condessa Mumadona, tanto por si própria como pela do marido desta, o conde Hermenegildo Gonçalves, cujo pai, conde Gonçalo Betotes era já muito herdado no século IX desde o Douro, talvez Minho. Durante o século XI nota-se no território do actual concelho uma espécie de logradouro da alta nobreza portucalense, na correspondência da estirpe da condessa Mumadona, no século anterior. Relativamente à actual vila , sede de concelho, há um documento pré-nacional de 1089 que diz respeito à venda, que fez à igreja de Sto António, uma dama de nome Eldara Eriz. Outro documento dos princípios da nacionalidade, de 1120, fala da doação que D. Maior Mides faz à Sé bracarense de herdamentos eclesiásticos e laicais herdados por ela de seus pais, Mido Vermudes e «donna» Godo Pais e outros por ela adquiridos.

O mais relevante da vida documentada nos séculos X a XII no território do actual concelho concentra-se à roda do velho castro ou «civitas» originária, o mesmo é dizer-se nas imediações de Vila Verde dos nossos dias.

Até ao século XVII a freguesia de Vila Verde não se distinguiu das outras do concelho a que pertencia. Porém, nos princípios do século XVIII parece que estava já nela a sede do concelho de Vila Chã, com uma importante feira mensal e, desde aí, em progresso contínuo, veio mesmo a adquirir, em 1855, com os governos liberais, o estatuto de sede de um populoso e vasto concelho. Actualmente, Vila Verde mantém os seus traços eminentemente agricolas, para cuja fertilização contribuem, de maneira decisiva, os muitos cursos de água que o atravessam em todas as direcções. À actividade agricola anda associada a exploração pecuária, pelo que uma e outra marcam lugar de relevo na economia regional.

Dos seus produtos se abastece a população, sendo os restantes comercializados nas feiras do concelho ou canalizados para os mercados de Braga. De entre esses produtos merece especial destaque o vinho verde ali produzido cuja qualidade beneficia das excelentes condições para o seu cultivo. A parte industrial é reduzida mas, ainda assim, a especificidade de uma cultura técnica, acumulada ao longo dos tempos, evidencia-se na produção do mais variado artesanato de elevada qualidade.




in Revista sobre Vila Verde
Texto/Fotos: Wikipédia
Autor Fotos: João Miranda

Terras de Bouro

mjfsantos 25/11/2007 @ 10:36

Terras de Bouro - S. Bento da Porta AbertaTerras de Bouro - Barragem

(Fotos: Portuguese_eyes)

 

Terras de Bouro é uma vila portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Cávado, com cerca de 800 habitantes.

É sede de um município com 276,17 km² de área e 8 350 habitantes (2001), subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Ponte da Barca e pela Espanha, a leste por Montalegre, a sul por Vieira do Minho, a sudoeste por Amares e a oeste por Vila Verde.

(Wikipédia)




Terras de Bouro - Paisagem

 

Terras de Bouro: Paraíso Minhoto

O concelho de Terras de Bouro, situado em pleno coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês e percorrido pelas bacias do Cávado e Homem, é riquíssimo em história, tradições e paisagens deslumbrantes.

A fauna e a flora variadas, os recursos termais, hidrológicos, a oferta de condições naturais e artificiais para a prática de desportos de montanha e náuticos, fazem de Terras de Bouro uma região de procura turística por excelência.
Associadas a estas potencialidades encontramos instituições e infra-estruturas que tornam este território de montanha bem conhecido, com referência no país e no mundo, a saber pelo santuário do S. Bento da Porta Aberta com as suas romarias, o Museu Etnográfico de Vilarinho das Furnas, as termas e a serra do Gerês como ponto nevrálgico e emblemático do Parque Nacional, as albufeiras da Caniçada e de Vilarinho das Furnas, a via Romana XVIII (Geira), que ligava Bracara Augusta a Astorga com o conjunto de miliários epigrafados e sua história multissecular, a fronteira da Portela do Homem e o relacionamento ancestral com os povos da Galiza, o Centro de Artesanato de Covide e de Brufe, o Centro Náutico de Rio Caldo, a Água do Fastio, o turismo no espaço rural, os miradouros e as cascatas na serra do Gerês.

Para acolhimento, Terras de Bouro oferece dezenas de unidades hoteleiras, Pousada da Juventude, Parques de Campismo e modalidades de alojamento de turismo rural, que constituem as mais valias das nossas aldeias, revitalizadas no âmbito do programa de iniciativa Leader.
Em toda a região, na sua vasta rede de restaurantes, pensões e hotéis, podemos apreciar a gastronomia minhota e a genuinidade dos pratos da terra, tão exaltados no X Congresso de Gastronomia do Minho (1999), destacando-se o “Cozido de Feijão com Couves” e os “pastéis de Santa Eufémia”, cujos produtos agro-alimentares e artesanais, encontram-se no Centro de Promoção de Produtos Regionais, sito em Covide.

A acrescentar a estas potencialidades há a oferta de um conjunto de actividades de animação, como a rede de trilhos pedestres “Na senda de Miguel Torga” implementada pela autarquia, bem como outras modalidades de turismo activo e de aventura promovidas pelas empresas de Animação Turística, sedeadas no território concelhio. Mas, há muito mais para oferecer aos visitantes e turistas que, ao entrar na região, quer seja pelas pontes de Rio Caldo, por Caldelas ou até pela Portela do Homem, vindo de Ourense (Espanha) e Ponte da Barca, serão bem recebidos com apreciáveis paisagens naturais e culturais.

(...) O concelho de Terras de Bouro aparece-nos profundamente dividido em dois grandes conjuntos, de base geográfica; (...) Um primeiro conjunto é integrado pelas freguesias da serra, profundamente marcado pelo arcaísmo dos seus modos de vida e cultura; o segundo das freguesias de meia encosta, ou Ribeira, mais ricas e de agricultura mais variada, com outras disponibilidades e aberturas culturais" refere Viriato Capela, sobre o concelho de Terras de Bouro.

No percurso histórico, especificamente no período da denominação romana, Terras de Bouro guarda um espólio de valor reconhecido, a nível nacional e internacional, incidindo na Via Nova XVIII – Geira Romana – que ligava a capital da Província de Bracara Augusta – Braga – a Astorga – Espanha. A partir do século V, Norte de Portugal foi tomado por vários povos, desde os Suevos, os Vesígodos e os Muçulmanos. Um dos mais notáveis padrões desse acontecimento, enquadrando-se no século V, é Bouro ou Boyro, na linguagem popular, designação territorial que ficou solidamente vinculada a uma vasta região que dá pelo nome de Terras de Bouro. O acto heróico dos Búrios farão parte integrante da génese desta região, que da sua ocupação e permanência, durante épocas, deixaram de herança a nomeação toponímica, por serem as terras dos Búrios, com a evolução linguística originou Terras de Bouro.

Na época medieval, as comunidades de Terras de Bouro beneficiaram da Carta de privilégio de D. Dinis, que patenteava um contrato oneroso, revelando uma singular importância política na administração territorial portuguesa.
Esta Terra de Boyro que D. Manuel consagrou atribuindo-lhe o Foral em 1514, revela ser uma região com um povo determinado e de luta na conquista territorial.
Actualmente, este legado histórico, ainda está presente no ordenamento territorial, nas tradições e na identidade cultural de Terras de Bouro.

(Texto: CM TerrasdeBouro)


Cidade de Esposende

mjfsantos 24/11/2007 @ 09:47

Esposende - Ponte FãoEsposende - Vista AéreaEsposende - Igreja MatrizEsposende -

Esposende é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Cávado, com cerca de 9 100 habitantes.

É sede de um pequeno município com 95,18 km² de área e 33 325 habitantes (2001), subdividido em 15 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Viana do Castelo, a leste por Barcelos, a sul pela Póvoa de Varzim e a oeste pelo Oceano Atlântico.

Esposende foi elevada à categoria de Vila, por foral do rei D. Sebastião em 19 de Agosto de 1572.

Elevação da sede do município a cidade em 02 de Julho de 1993.

(Wikipédia)



Embora a História de Esposende e seu concelho, como unidade administrativa, comece na segunda metade do séc. XVI, desde há milénios que o Homem foi deixando as suas marcas nos seus 95 Km2.

"As marcas de passagem ou permanência dos Homens; os sítios onde viveram, amaram e morreram. Os locais onde ergueram símbolos aos deuses ou em memória de outros homens, cativaram investigadores e visitantes.

...É percorrendo a planície litorânea, subindo as encostas dos montes e vivendo o planalto mais interior, que sentiremos o pulsar dos mitos e das realidades de outras eras.

Para além de um conjunto assinalável de monumentos que nos conduzem desde épocas pré-históricas até aos confins da Idade Média, é a partir do século XVI, com forte incidência na era setecentista, que Esposende vê o seu território ocupado por belos e interessantes monumentos representativos do nosso património civil, militar e religioso. São sinal de uma pujança económica cuja base representa a caminhada farta do ouro do Brasil que em grande parte transformou a paisagem concelhia.

Rara é a localidade em que vetustas pedras, ora esquecidas, ora sabiamente estudadas, nos informam sobre a passagem do Homem por terras da Foz do Cávado. De períodos pré-históricos, onde o nomadismo impediu um registo mais vincado, Esposende oferece ao visitante o Menir de S. Paio de Antas (IIP) e o de S. Bartolomeu do Mar (IIP), assim como um número apreciável de Dólmens destacando-se, entre todos, o do Rapido, o da Portelagem e o da Cruzinha, todos situados na freguesia de Vila Chã.

Constituindo espólio importante de Museus Nacionais e Regionais, hoje em dia enriquecendo o próprio Museu Municipal de Esposende, instrumentos líticos de sílex, vasos cerâmicos, contas de colar, objectos de adorno ou mesmo seixos afeiçoados, são vestígios relevantes do nosso passado longínquo.

Com a fixação do Homem nómada, surgem os primeiros povoados estratégicamente colocados nas cristas dos montes sobranceiros ao Oceano Atlântico. É o instinto da defesa.

Ocupando relevo especial na cultura dos castros do Norte de Portugal, salientamos o Castro de S. Lourenço e a Suvidade de Belinho. Sobre o primeiro destes povoados poder-se-à dizer que se trata de uma área ocupada desde o século I a.C. até, pelo menos, ao século IV d.C. Daí saíram para o Museu Municipal de Esposende, entre outros, um valioso espólio cerâmico e numismático. Neste lugar se adoraram os Deuses do Panteão Romano, nomeadamente a Dea Sancta.

Da Idade Média, para além de um ou outro Túmulo cavado na rocha como o de Eira D'Ana em Palmeira de Faro, ou o Arcaz em Estola de Forjães, a mensagem daquela época é-nos trazida pela imponente Necrópole de Fão, um dos mais importantes cemitérios mediévos da Península Ibérica. Aí restam mais de duas centenas de túmulos, ricos de história revelada pelos esqueletos bem conservados, assim como por moedas dos nossos primeiros reis.

Como que a vigiar os 14 Km de costa, ergueu-se um dia, talvez pelo século XIV, no cimo do Monte de S.Lourenço, um pequeno Castelo do qual unicamente restam indícios de muralhas delapidadas pelo correr das eras.

Fão transforma-se, durante a Idade Média, num dos mais importantes centros salineiros da região. Os privilégios reais sucedem-se. O rio Cávado assiste, quase junto à foz, ao crescimento de duas povoações que o acarinham e dele fazem a sua eira. Fão e Esposende vão, ao longo dos séculos, disputar entre si a arte da Construção Naval e a primazia do Comércio Marítimo.

A era de Quinhentos marca profundamente a história do concelho de Esposende."

"...Do pequeno lugar, e então ainda assim designado nos diplomas oficiais, Esposende volvia-se, pouco a pouco, em povoação aconchegada; aos casais dispersos, implantados aqui e além consoante a localização das glebas que permitiam uma lavoura rudimentar, sucediam-se moradias erguidas par a par e numa área restrita..."

(Visitesposende)



Cidade de Barcelos

mjfsantos 23/11/2007 @ 17:38

Barcelos - PonteBarcelos - Paços dos CondesBarcelos - Igreja Senhor da CruzBarcelos - Pelourinho

Barcelos é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Cávado, com cerca de 20.625 habitantes.

É sede de um município com 378,70 km² de área e 122 096 habitantes (2001), subdividido em 89 freguesias (é o concelho com maior número de freguesias em todo o país). O município é limitado a norte pelos municípios de Viana do Castelo e Ponte de Lima, a leste por Vila Verde e por Braga, a sueste por Vila Nova de Famalicão, a sudoeste pela Póvoa de Varzim e a oeste por Esposende.

Concelho actualmente presidido por: Fernando Reis.

O concelho de Barcelos recebeu foral de D. Afonso Henriques em 1140.

(Texto/Fotos: Wikipédia)






Barcelos, na margem direita do Rio Cávado, é uma cidade afidalgada, porta voz de um concelho que se ufana de ser o maior do país, em número de freguesias (89) e o maior em área geográfica de todo o Minho (336 Km²) e, caso raro, onde o sector secundário tem primazia (65%). Barcelos situa-se no eixo rodoviário Guimarães/Braga/Viana e confina com a auto-estrada Porto/Valença.

Barcelos inclui-se nos Caminhos de Santiago, e daí a "barca dos peregrinos" ou a "pequena barca" (Barc + ellus), como topónimo e sempre local de "passagem" para Terras do Alto Minho e da Galiza.

"De Rates teria chegado ao burgo um galego desafortunado (ainda se chamava de peregrino), e que logo foi olhado de soslaio pelas autoridades. E o crime ocorrido há largos anos, assentava-lhe como uma luva. Fora um "crime de morte morrida", cujo assassino andaria a monte.

Por isso, nada melhor que prender o "peregrino". E a sentença não se fez esperar, de nada lhe valendo teimas a contestar sua inocência.



Morte na forca. Assim foi. Parecia mesmo que nem Santiago lhe valia.
Apegou-se com fé o galego ao Jacobeu. Afinal, ia ou não, em peregrinação ao túmulo do apóstolo ?
Adrede, não era ele o escopo final de uma viagem que parecia terminar ali ?
- Diabos me carreguem se o Santo não me ajudar !
Pediu ao carrasco para falar com o Juiz.
Era a sua última vontade e o frade persignou-se perante tanta heresia.
- Que vá o Galego.
Banqueteava-se o Juiz com os amigos e foi a despropósito que o recebeu.
- Que não, que a sentença estava dada, que fora ele o matador de gente.
- Que não, repetiu o galego amarrado à "vieira", tão verdade que esse galo (bem tostado) e que Vossa "Incelência" vai comer, até vai cantar quando lhe ferrar a dentuça.
Riu-se o Juiz, mas já não a roliça coxa do galeirós. Os convivas fizeram o mesmo !"



E, neste "fantástico" Alto Minho, diz a lenda que o galo cantou mesmo !

Barcelos é uma cidade rica de história onde podemos beber um Manancial permanente de escritos e de feitos a decifrar-se nos Velhos cartulários, nas ruas velhinhas de séculos, nos edifícios senhoriais, solares e casas de famílias, igrejas e templos, nos brasões e torres de menagem.

Com Foral outorgado por D. Afonso Henriques (1140 / 1146), chamando-lhe "minha vila", é designada como "Santa Maria de Barcelos" pertencendo ao julgado do Neiva, nas inquirições de 1220 e 1226.

Em 1298, e, já no tempo de D. Dinis, é condado sendo o primeiro título nobiliárquico atribuído ao Conde D. João Telo de Menezes.

 


Mas foi D. Afonso, 8º Conde de Barcelos, filho bastardo de D. João I e genro de D. Nuno Álvares Pereira, quem mudando-se de Chaves para Barcelos, transfigurou todo o cerco urbano da vila ao construir, no início do século XV (cerca de 1412), o Paço dos Duques fazendo a ligação ao Palácio com a Ponte (de cinco arcos com talhamares de características góticas), a muralha que possuía três torres - da ponte, do vale e da menagem ou Porta Nova (hoje a única existente e onde fica o Centro de Artesanato e a Delegação de Turismo) e, a Matriz, reconstruída a partir de uma igreja românica do século XIII, com pórtico entre os dois contrafortes, com arcos de cinco arquivoltas e capitéis historiados.

Da mesma época, é o Solar dos Azevedos, construção quinhentista considerada a mais monumental das casas solarengas do norte do país, na freguesia de Lamas; a Casa do Condestável, com o brasão dos Pereiras; o Solar dos Pinheiros, atribuído a Pedro Esteves - ouvidor da Casa de Bragança; o pelourinho; a casa do alferes Barcelence; o Largo do Apoio com o velho chafariz.

 



É todo um casco histórico onde perpassa a vida de Barcelos:
dos peregrinos aos frades de Vilar, de bastardos a ricos homens, de feirantes e artesãos a senhores de pendão e caldeira. Mas não só: Barcelos é capital agrícola e industrial, rainha do artesanato.

O convite é agora para ir até à Franqueira, à montanha sagrada dos barcelences. Visitar o Convento do Bom Jesus da Franqueira. Depois o Castro e o Castelo de Faria, cenário do feito histórico ocorrido no tempo de D. Fernando, narrado por Fernão Lopes: "o alcaide Nuno Gonçalves preferiu ser morto às mãos dos castelhanos a deixar que seu filho, Gonçalo Nunes, entregasse aos mesmos as chaves do Castelo".

E chegados ao alto, junto à Ermida da Senhora da Franqueira, ficamos maravilhados.

São as cumeadas da serra do Gerês, as Terras de Bouro, as praias de riba Minho, as Terras Soajeiras, os contrafortes da Senhora da Peneda e da Senhora do Sameiro, Barcelos e as margens ridentes do Cávado.

É o Minho !

(Fonte:Arquivo)




Barcelos - Galo

A Lenda do Galo de Barcelos está associada ao cruzeiro seiscentista que faz parte do espólio do Museu Arqueológico de Barcelos.

 História

Um peregrino galego que saía de Barcelos em peregrinação para Santiago de Compostela foi acusado de ter roubado umas pratas a um proprietário e condenado a enforcamento. Num apelo final, pediu um encontro com o juiz, que se preparava para comer um galo assado. O galego jurou que, como prova da sua inocência, o galo se levantaria do prato e cantaria. O juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo.

Todavia, quando o preso estava a ser enforcado, o galo levantou-se e cantou. O juiz compreendeu o seu erro, correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. De acordo com a lenda, o galego voltou anos mais tarde para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo, agora no Museu Arqueológico de Barcelos.

(Texto: Wikipédia)

Amares

mjfsantos 22/11/2007 @ 16:40

Amares - Santuário Nossa Senhora da AbadiaAmares - Ponte do Porto (Rio Cávado)Amares - Ponte de Rodas (Rio Homem)Amares - Mosteiro Rendufe 

Amares é um Concelho situado entre Homem e Cávado, junto às faldas da Serra do Gerês.

Desde sempre a actividade predominante e sustentadora da sua população foi a agricultura de minifúndio. A sua comercialização até ao novos tempos foi sempre pautada pelo interesse inquestionável dos taberneiros, que primavam por servir os melhores vinhos juntamente com os petiscos saboreados pelos seus clientes.

Dos produtos com maior relevância produtiva, a vinha sempre assumiu um papel de relevância. Até ao aparecimento do I QCA (Fundos Estruturais da Comunidade Europeia), o vinho verde tinto do produtor representou valores de produção elevados e considerado como uma grande fonte de receita dos agricultores amarenses. A sua maior ou menor produtividade, demarcava o grau de satisfação dos agricultores no S. Miguel.

Com a oportunidade trazida pelo Fundos Estruturais Comunitários o agricultor amarense também soube potenciar as boas condições microclimáticas para renovar e adaptar as suas vinhas com novas castas. Em resultado dessa transformação da vinha surgiu o fenómeno das extensas e harmoniosas vinhas vocacionadas para a predominante, senão quase esmagadora, produção do excelente vinho verde branco de uma região demarcada.

Com essa aposta dos agricultores amarenses surgiram unidades familiares de produtores/engarrafadores, com produção suficiente para a sua comercialização em superfícies comerciais de todo o país, estrangeiro e são escolha e referência dos restaurantes do concelho.

Assim, bem no coração do Minho, as vinhas de amares sempre tiveram um peso elevado na oportunidade de rendimentos dos amarenses. Hoje, com castas criteriosamente seleccionadas, em que predominam o Loureiro e a Trajadura, produz-se um vinho de sabor agradável, alegre leveza, frescura do toque e paladar, reunindo em si os atractivos da região.

A par de outros símbolos que demarcam produtos que a terra sempre deu e continua a dar, a presença dos dois cachos de uvas no Brasão de Amares eternizam um passado com presente dando garantias de futuro. Porém, outros sectores de actividade projectam a agricultura de minifúndio para segundo plano, figurando progressivamente como actividade complementar dos rendimentos das famílias rurais.

 (CM-Amares)

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Amares é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Braga, região Norte e subregião do Cávado, com cerca de 1 300 habitantes.

É sede de um pequeno município com 81,86 km² de área e 18 521 habitantes (2001), subdividido em 24 freguesias. O município é limitado a norte e nordeste pelo município de Terras de Bouro, a sueste por Vieira do Minho e Póvoa de Lanhoso, a sul por Braga e a noroeste por Vila Verde.

(Wikipedia)

Cidade de Vizela

mjfsantos 21/11/2007 @ 13:47
Vizela - JardimVizela - Praça da RepúblicaVizela - Fonte

Vizela é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 10.000 habitantes.

É sede de um município com 23,92 km² de área e 22 595 habitantes (2001), subdividido em 7 freguesias. O município é limitado a norte e a oeste pelo município de Guimarães, a leste por Felgueiras e a sul por Lousada.

O concelho foi criado em 24 de Maio de 1361, vindo a ser extinto em 3 de Fevereiro de 1408. Teve então a designação de Riba Vizela. O município foi restaurado em 19 de Março de 1998 por desmembramento de freguesias de Guimarães, Lousada e Felgueiras.

(Texto: Wikipedia)

(Fotos: CM-Vizela)

Cidade Vila Nova Famalicão

mjfsantos 20/11/2007 @ 16:49

Vila Nova Famalicão - Praça 9 de AbrilVila Nova Famalicão - Praça D. Maria IIVila Nova Famalicão - Rotunda de ÁguaVila Nova Famalicão - Paços do Conselho

Vila Nova de Famalicão (conhecida frequentemente apenas como Famalicão) é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 30 188 habitantes. Situa-se a uma altitude média de 97 metros.

É sede de um município com 201,85 km² de área e 127 567 habitantes (2001), subdividido em 49 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Braga, a leste por Guimarães, a sul por Santo Tirso e Trofa, a oeste por Vila do Conde e Póvoa de Varzim e a noroeste por Barcelos. Foi criado em 1835 por desmembramento de Barcelos e elevada à categoria de cidade em 1985.

A cidade em si resume-se nas palavras do cinéasta português Manoel de Oliveira: «Origens lendárias de Famalicão - centro de comunicação rodoviária e ferroviária, entre várias localidades do Norte. As alegres e pitorescas ruas. Acontecimentos registados nos jornais da terra. Edifício - hospital da Misericórdia, Câmara Municipal. Monumento a Camilo Castelo Branco. Casa de Camilo, em São Miguel de Ceide. Trabalho nos campos. Igrejas. Os arredores românticos. Indústrias de fiação e tecidos, de botões e de relógios (única na Península). Aspectos típicos: vindimas, malhadas, feira». Na própria filmografia do realizador, deparamo-nos, em 1941, com uma película dedicada à cidade de Famalicão.

(Texto: Wikipédia)

(Imagens:CM-VNF)

Vieira do Minho

mjfsantos 19/11/2007 @ 16:36

Vieira do Minho - VistaVieira do Minho - Parque FlorestalVieira do Minho - Moinho

Vieira do Minho - Câmara

Vieira do Minho é uma vila portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 2 300 habitantes.

É sede de um município com 220,15 km² de área e 14 724 habitantes (2001), subdividido em 21 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Terras de Bouro, a norte e leste por Montalegre, a sueste por Cabeceiras de Basto, a sul por Fafe, a sudoeste por Póvoa de Lanhoso e a noroeste por Amares.
Para ouvir notícias de Vieira do Minho, pode sempre ligar a Rádio Alto Ave(de Vieira do Minho para o Mundo), sintonizando o seu rádio em 91.6 MHz ou através do sítio da Internet

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De origem antiga, como o atestam inúmeros elementos arqueológicos, as freguesias que actualmente integram Vieira pertenceram antigamente a vários concelhos, termos, coutos e vilas, hoje extintos:
Caniçada, Cova, Salamonde, Soengas e Ventosa, pertenceram ao concelho de Ribeira de Soás, deu-lhe foral D. Manuel  em 1515; Parada de Bouro foi pertença do Couto de Parada de Bouro, criado por D. Sancho I, que o deu à famosa Ribeirinha; Cantelães, Eira Vedra, Mosteiro, Pinheiro, Tabuaças, Vieira e Vilarchão, compunham o concelho de Vieira; Campos e Ruivães eram terras do concelho de Ruivães; Anjos e Rossas pertenceram ao Concelho de Rossas, a quem D. Manuel concedeu foral em 1514; Guilhofrei que pertenceu ao concelho de Vila Boa da Roda, com foral de 1514, autorgado por D. Manuel e por último Soutelo e Louredo pertenciam ao Concelho de Lanhoso, que tem foral dado por D. Dinis em 1292.

A antiguidade da ocupação humana das terras que hoje integram o concelho de Vieira do Minho pode ser atestada pelos inúmeros testemunhos arqueológicos que podem ser vistos no concelho, com particular destaque para a área da Serra da cabreira, território ocupado desde a pré-história e as localidades de Salamonde e Ruivães, onde a presença militar de diferentes povos, com destaque para os romanos, atestam o valor estratégico desta área no controle das principais vias de penetração na província. As mamoas, menires, gravuras rupestres , fojos medievais, necrópoles neolíticas, povoações romanas, castros, além de vários utensílios de barro, ferro e outros metais, são exemplos do filão arqueológico da região, bastante subexplorado aliás.

Da época romana, ainda existem vestígios de alguns troços da via XVII do itinerário Antonino que ligava Braga, Chaves a Astorga, e vestígios  de antigos povoados dessa época, é exemplo disso o povoado de S. Cristovão - Ruivães

Pela extrema importância na estratégia militar, a região sofreu os efeitos da penetração dos diversos povos que invadiram a península, desde os Suevos aos Romanos, e bem mais recentemente dos exércitos Napoleónicos. De facto, na Primavera de 1809, o concelho foi duas vezes atravessado pelas tropas do marechal Soult: a primeira em 15 de março, em impetuoso avanço a caminho de Braga. A segunda, a 17 de Maio, em retirada precipitada pela ponte da Misarela, no dia exacto em que as forças anglo-lusas de Wellesley chegavam ao alto de Salamonde, com o objectivo, frustrado, de lhes atalhar o passo.

Este seu pendor para o envolvimento na guerra determinou igualmente que Vieira se envolvesse nas guerras liberais, presenciando Ruivães duros combates entre liberais e absolutistas, e pouco depois, em Abril de 1846, Vieira entusiasma-se com o movimento popular da “ Maria da Fonte” onde teve a sua origem e onde habitava o seu mentor: padre Casimiro José Vieira.

Estas breves notas são bem o testemunho da história de Vieira do Minho, feita mais da sua valia estratégica, que da memória dos homens consubstanciada em monumentos e urbes.

(CM V-MINHO)

 

Póvoa de Lanhoso

mjfsantos 18/11/2007 @ 10:16

Póvoa de Lanhoso - Castelo

A Póvoa de Lanhoso é uma vila portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 4 600 habitantes.

É sede de um município com 131,99 km² de área e 22 772 habitantes (2001), subdividido em 29 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Amares, a leste por Vieira do Minho, a sul por Fafe e por Guimarães e a oeste por Braga.

Póvoa de Lanhoso - Edificios

Cidade de Guimarães

mjfsantos 17/11/2007 @ 14:17

Guimarães - TouralGuimarães - Praça SantiagoGuimarães - Centro CulturalGuimarães - Castelo

 

Guimarães é uma cidade portuguesa situada no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave (uma das subregiões mais industrializadas do país), com uma população de 52 182 habitantes, repartidos por uma malha urbana de 23,5 km², em 20 freguesias e com uma densidade populacional de 2 223,9 hab\km². É sede de um município com 242,85 km² de área e 162 572 habitantes (2006), subdividido em 69 freguesias, sendo que a maioria da população reside na cidade e na sua zona periférica. O município é limitado a norte pelo município de Póvoa de Lanhoso, a leste por Fafe, a sul por Felgueiras, Vizela e Santo Tirso, a oeste por Vila Nova de Famalicão e a noroeste por Braga.

É uma cidade histórica, com um papel crucial na formação de Portugal, e que conta já com mais de um milénio desde a sua formação, altura em que era designada como Vimaranes

Guimarães é uma das mais importantes cidades históricas do país, sendo o seu centro histórico considerado Património Cultural da Humanidade, tornando-a definitivamente um dos maiores centros turísticos da região. As suas ruas e monumentos respiram história e encantam quem a visita.

A Guimarães actual soube conciliar, da melhor forma, a história e consequente manutenção do património com o dinamismo e empreendedorismo que caracterizam as cidades modernas.

Guimarães é muitas vezes designada como "Cidade Berço", devido ao facto aí ter sido estabelecido o centro administrativo do Condado Portucalense por D. Henrique e por seu filho D. Afonso Henriques poder ter nascido nesta cidade e fundamentalmente pela importância histórica que a Batalha de São Mamede, travada na periferia da cidade em 24 de Junho de 1128, teve para a formação da nacionalidade. Contudo, as necessidades da Reconquista e de protecção de territórios a sul levou esse mesmo centro para Coimbra em 1129.

Os "Vimaranenses" são orgulhosamente tratados por "Conquistadores", fruto dessa herança histórica de conquista iniciada precisamente em Guimarães.

(Wikipedia)

 

Guimarães - Igreja TabualedoGuimarães - D Afonso HenriquesGuimaraes - Edificio Martins SarmentoGuimarães - Vista do TouralGuimarães - Praça da Oliveira

Cidade de Fafe

mjfsantos 16/11/2007 @ 15:27

Fafe - Jardim do CalvárioFafe - CentroFafe - Casa da CulturaFafe - Câmara  Fafe - Praça 25 de Abril

 

Fafe é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, Região Norte e subregião do Ave, com cerca de 15 300 habitantes.

É sede de um município com 218,87 km² de área e 52 757 habitantes (2001), subdividido em 36 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho, a leste por Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto, a sul por Felgueiras e a oeste por Guimarães. É banhado pelo Rio Vizela.

Até 1840 o concelho tinha a designação de Montelongo ou Monte Longo.

 

Historial da cidade

            Fafe é uma jovem cidade do Minho, mas com origens antigas.     

   Por aqui andaram povos como os Lusitanos e os Romanos que deixaram marcas consideráveis, hoje pontos actrativos aos visitantes.

    Fafe é uma terra, pequena, mas com valor, pois possui inúmeros monumentos e agradáveis espaços verdes.

            Fafe é também conhecida pelo lema “ Com Fafe ninguém fanfe”, lema esse que apareceu quando, há muitos anos atrás, se fez justiça a favor do Visconde Moreira de Rei. Nesse tempo, como agora, o lema provoca um sorriso de simpatia por todos os fafenses. Talvez por isso e por ser uma pequena cidade que tão bem acolhe os visitantes, Fafe foi e ainda é considerada a SALA DE VISITAS DO MINHO

           Fafe é uma cidade recente, mas que, como povoação, existe desde o Séc. XIII, sendo apenas uma freguesia do conselho de Montelongo o qual recebeu o foral do Rei D. Manuel em 5 de Novembro de 1513. Esta freguesia desde muito cedo, iniciou o seu desenvolvimento. Assim em 1836 torna-se sede de conselho e quatro anos mais tarde sobe à categoria de Vila, tomando para designação o nome Fafe em desfavor do nome Montelongo. Este Topónimo surge como que por homenagem às duas famílias mais poderosas da região ( Egas Fafe e Dom Fafes Serafins).

          É nesta altura, com cerca de 10.282 habitantes que Fafe começa o seu verdadeiro desenvolvimento. Durante o próximo século a sua população aumenta. Torna-se uma Vila que vive à base da indústria têxtil, da agricultura e dos serviços. Em 1980 já tinha 48.000 habitantes, 36 freguesias e era uma Vila bastante desenvolvida. Passando então, por mérito próprio à categoria de Cidade.

         O continuado desenvolvimento da cidade deve-se aos autarcas, como também à sua população, visto ser esta uma das principais responsáveis por toda a evolução da nossa terra pois sempre se preocupou em trabalhar quer na agricultura ( no seu inicio), quer nos outros ramos, indústria e comercio (mais recentemente ) para que a nossa terra enriquecesse tanto a nível financeiro, como a nível cultural.

         Fafe é agora uma terra relativamente desenvolvida, mas que tem na memória o seu passado e as suas origens.  

Celorico de Basto

mjfsantos 15/11/2007 @ 11:59

Celorico de Basto - Quinta do PradoCelorico de Basto - Praia FluvialCelorico de Basto - PraçaCelorico de Basto - Zona Verde

Celorico de Basto é uma vila portuguesa no distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 2 500 habitantes.

É sede de um município com 181,10 km² de área e 20 466 habitantes (2001), subdividido em 22 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Cabeceiras de Basto, a leste por Mondim de Basto, a sul por Amarante, a sudoeste por Felgueiras e a oeste por Fafe. Alberga as vilas de Celorico de Basto, Fermil de Basto e a Gandarela de Basto

Cabeceiras de Basto

mjfsantos 14/11/2007 @ 16:23
Cabeceiras de Basto - Praça da Republica

Cabeceiras de Basto é uma vila portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 4 400 habitantes.

É sede de um município com 240,88 km² de área e 17 846 habitantes (2001), subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Montalegre, a nordeste por Boticas, a leste por Ribeira de Pena, a sueste por Mondim de Basto, a sul por Celorico de Basto, a oeste por Fafe e a noroeste por Vieira do Minho.

Cabeceiras de Basto - Mosteiro
Cabeceiras de Basto - Jardim
Cabeceiras de Basto - Estação

Vila Nova de Cerveira

mjfsantos 13/11/2007 @ 18:05


Vila Nova de Cerveira - Rio Minho
Vila Nova de Cerveira - Pelouro
Vila Nova de Cerveira - Igreja

 

Vila Nova de Cerveira (conhecida frequentemente apenas por Cerveira) é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 1 300 habitantes.

É sede de um município com 108,46 km² de área e 8 852 habitantes (2001), subdividido em 15 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Valença, a leste por Paredes de Coura, a sueste por Ponte de Lima, a sudoeste por Caminha e a noroeste pela Galiza. A sua principal freguesia é Campos, pois lá se situam os dois polos industriais, que desenvolvem e dinamizam todo o concelho e concelhos limitrofes.

Valença

mjfsantos 12/11/2007 @ 02:26

Valença - FortalezaValença

Valença é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 3 500 habitantes.

É sede de um município com 117,43 km² de área e 14 187 habitantes (2001), subdividido em dezasseis freguesias. O município é limitado a leste pelo município de Monção, a sul por Paredes de Coura, a oeste por Vila Nova de Cerveira e a noroeste e norte pela Espanha (município de Tui).

Recebeu foral de D. Sancho I, sendo então designada de Contrasta. Mudou para o actual nome em 1262. É designada por vezes por Valença do Minho.

Ponte de Lima

mjfsantos 11/11/2007 @ 08:28

Ponte de Lima - Vista sobre a PontePonte de Lima - CentroPonte de Lima - Ponte 

Ponte de Lima é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 2 800 habitantes. É caracterizada pela sua arquitectura rústica e pela área envolvente, banhada pelo Rio Lima.

É sede de um município com 321,20 km² de área e 44 343 habitantes (2001), subdividido em 51 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Paredes de Coura, a leste por Arcos de Valdevez e Ponte da Barca, a sueste por Vila Verde, a sul por Barcelos, a oeste por Viana do Castelo e Caminha e a noroeste por Vila Nova de Cerveira.

Recebeu foral de Dona Teresa em 4 de Março de 1125, sendo a vila mais antiga de Portugal.

(Wikipedia)

Ponte da Barca

mjfsantos 10/11/2007 @ 09:07

Ponte da Barca - Vista AéreaPonte da Barca - CâmaraPonte da Barca - Igreja da Misericórdia

Ponte da Barca é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 2 300 habitantes.

É sede de um município com 184,76 km² de área e 12 909 habitantes (2001), subdividido em 25 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Arcos de Valdevez, a leste pela Espanha, a sul por Terras de Bouro e Vila Verde e a oeste por Ponte de Lima.

O concelho recebeu foral de D. Teresa em 1125.
HISTÓRIA

Em pleno coração do Alto Minho deve o seu topónimo à "barca" que fazia a ligação entre as duas margens do Rio Lima, muitas vezes peregrinos a caminho de Santiago de Compostela, sendo a "ponte" construída em meados do séc. XV que lhe vai dar o nome de S. João de Ponte da Barca (1450).

Terra rica, fidalga, de feição arejada, as Terras da Nóbrega viram nascer junto ao bucólico Lima os irmãos Bernardes, Diogo e Agostinho, poetas da paisagem, das fontes e da saudade. Mas Ponte da Barca, é também vila morena, de granito talhada, cheia de construções apalaçadas com capelas e muros fronteiros, ameados e brasonados dos séc. XVI e XVII, os Paços do Concelho, o Pelourinho, o abrigo porticado, a Matriz dedicada a S. João Baptista com risco de Vilalobos. E ao lado de todo este espólio histórico-monumental, em plena harmonia de linhas e cérceas, uma vila nova a cheirar a progresso, uma Ponte da Barca atractiva e moderna.

Ponte da Barca é um concelho de contrastes: em primeiro plano, à esquerda a albufeira do Alto Lindoso (maior da Península), encontrando-se ao lado, o velho castelo roqueiro afonsino reconstruído por D. Dinis, em 1278, com baluartes e torre de menagem; os famosos espigueiros cobertos com lajes de granito; a Ermida, alminhas e cruzeiros.

Depois, a igreja do antigo mosteiro de Bravães, um dos mais significativos monumentos do românico do Alto Minho. É de registar o pórtico principal voltado a ocidente com cinco arquivoltas recheadas de motivos figurativos e geométricos e na porta lateral, o místico cordeiro.

Ponte da Barca turística, com as suas pesqueiras no Rio Lima (pesca da lampreia), possui ainda coutos de caça, desportos náuticos, praia fluvial, um bom equipamento de restauração e de animação hoteleira, artesanato, folclore e uma gastronomia de requinte: o presunto e a boroa de milho, as papas de sarrabulho, a chanfana de cabra à moda de Germil, a lampreia, o cabrito dos montados de Boivães e aquele branco colheita seleccionada, ou os famosos vinhos branco e tinto Terras da Nóbrega, da Adega Cooperativa, acompanhado sempre por um saber receber como ninguém, fazem de Ponte da Barca uma terra de eleição.

Paredes de Coura

mjfsantos 09/11/2007 @ 11:14

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Paredes de Coura é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 1 500 habitantes.

É sede de um município com 138,02 km² de área e 9 571 habitantes (2001), subdividido em 21 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Valença e Monção, a leste por Arcos de Valdevez, a sul por Ponte de Lima e a oeste por Vila Nova de Cerveira.

Monção

mjfsantos 08/11/2007 @ 11:31

Monção - alácio da Brejoeira

Monção é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 2 600 habitantes.

Geografia

É sede de um município com 211,51 km² de área e 19 957 habitantes (2001), subdividido em 33 freguesias. O município é limitado a norte pela Espanha, a leste pelo município de Melgaço, a sul por Arcos de Valdevez, a sudoeste por Paredes de Coura e a oeste por Valença.

História

Monção teve carta de foral de D. Afonso III datada de 12 de Março de 1261. Tornou-se célebre no decurso das guerras fernandinas, devido à enérgica acção de Deuladeu Martins, esposa do alcaide local, que conseguiu pôr fim ao cerco que os castelhanos lhe impuseram, atirando-lhes com os seus últimos víveres. É esse o motivo pelo qual ainda hoje aparece, nas armas desta vila, uma mulher a meio corpo, em cima de uma torre, brandindo com um pão em cada uma das mãos; à sua volta surge, numa bordadura, a divisa da vila, corruptela do nome da heroína: «Deus o deu, Deus o há dado».

Melgaço

mjfsantos 07/11/2007 @ 10:43

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Melgaço é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 1 300 habitantes.

É sede de um município com 239,04 km² de área e 9 996 habitantes (2001), subdividido em 18 freguesias. O município é limitado a norte e leste pela Espanha, a sudoeste pelo município de Arcos de Valdevez, e a oeste por Monção. É o município mais setentrional do país.

Caminha

mjfsantos 06/11/2007 @ 15:28

Caminha - Paisagem

Caminha é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 2 500 habitantes.

É sede de um município com 129,66 km² de área e 17 069 habitantes (2001), subdividido em 20 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Vila Nova de Cerveira, a oeste por Ponte de Lima, a sul por Viana do Castelo, a norte pela Espanha e a oeste pelo Oceano Atlântico

Caminha - Igreja Matriz

Arcos de Valdevez

mjfsantos 05/11/2007 @ 18:30


Imagem:RioVezArcosdeValdevez.jpg

Arcos de Valdevez é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 2 200 habitantes.

É sede de um município com 445,89 km² de área e 24 761 habitantes (2001), subdividido em 51 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Monção, a nordeste por Melgaço, a leste pela Espanha, a sul por Ponte da Barca, a sudoeste e a oeste por Ponte de Lima e a oeste por Paredes de Coura.

Cidade de Bragança

mjfsantos 04/11/2007 @ 16:52

Bragança - PostalBragança é um distrito do nordeste de Portugal, pertencente à província tradicional de Trás-os-Montes e Alto Douro. Limita a norte e a leste com Espanha (províncias de Ourense, Zamora e Salamanca), a sul com o Distrito da Guarda e com o Distrito de Viseu e a oeste com o Distrito de Vila Real. Sua área soma 6608 km², sendo assim o quinto maior distrito português, habitado por uma população de 148 808 habitantes (dados de 2001). A sede do distrito é a cidade de Bragança.

Cidade de Viana do Castelo

mjfsantos 04/11/2007 @ 11:41

Viana do Castelo - VistaMunicípio Municipio do litoral português, pertencente ao distrito de Viana do Castelo, compreendendo 40 freguesias (Afife, Alvarães, Amonde, Anha, Areosa, Barroselas, Cardielos, Carreço, Carvoeiro, Castelo do Neiva, Chafé, Darque, Deão, Deocriste, Freixieiro de Soutelo, Geraz do Lima-Santa Leocádia, Geraz do Lima-Santa Maria, Lanheses, Mazarefes, Meadela, Meixedo, Montaria, Moreira de Geraz do Lima, Mujães, Neiva, Nogueira, Outeiro, Perre, Portela Susã, Portuzelo, Serreleis, Subportela, Torre, Viana do Castelo-Monserrate, Viana do Castelo-Santa Maria Maior, Vila Franca, Vila Fria, Vila Mou, Vila de Punhe e Vilar de Murteda). Em termos demográficos, a população, em 1991, era constituída por cerca de 83 100 residentes para uma área bruta de 316 km2 e a variação da população residente entre 1960 e 1991 foi de 10%.

A economia municipal assenta na pesca, reparação e construção naval, actividades portuárias, agro-pecuária, silvicultura, indústria alimentar, comércio retalhista, serviços públicos e privados (banca e seguros) e no turismo (restauração e hotelaria), destacando-se ainda o papel da administração local.

Localizada na margem direita da foz do rio Lima, a norte da cidade de Esposende e a noroeste da cidade de Braga, a cidade de Viana do Castelo é sede de município e registava uma população de cerca de 9000 residentes em 1991. O limite da cidade circunscreve-se às freguesias de Viana do Castelo-Monserrate e Viana do Castelo-Santa Maria Maior.

Património

O património edificado mais significativo inclui a sé (do século XV, modificada nos séculos XVIII e XIX), o santuário de Santa Luzia (do século XX, românico-bizantino), a Misericórdia (com magnífica azulejaria), a torre da Roqueta, os paços do concelho (ambos medievais), o palácio dos Távoras (do século XVI), o castelo da Barra (do século XVII), a capela da casa da Praça (do período barroco), a ponte (do século XIX, construída pelos engenheiros de Eiffel), e a citânia de Santa Luzia. O litoral atlântico e rio Lima constituem os elementos mais significativos do património natural.

História

A região foi habitada desde tempos remotos como o comprovam os vestígios (castrejos) existentes.

O povoamento foi incentivado por foral de Afonso III em 1258 (à altura existia apenas uma pequena póvoa de pescadores). Na época, era designada por Viana da Foz do Lima.

Em 1374 já estava fortificada e conhecia grande progresso, através das actividades ligadas ao mar. Mais tarde, os vianenses estariam na primeira linha dos Descobrimentos e do estabelecimento de colónias portuguesas pelas várias partes do mundo conhecido.

Teve foral novo manuelino em 1512.

O topónimo actual surgiu com a elevação a cidade concedida pela rainha D. Maria II em 1847.

Cidade Vila Real

mjfsantos 03/11/2007 @ 13:26

Vila Real - Vista ParcialVila Real é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Vila Real, na Região Norte e subregião do Douro, com cerca de 25 000 habitantes (37 000 no seu perímetro urbano). Crescida nas confluências dos rios Corgo e Cabril, a cidade está enquadrada numa bela paisagem natural que tem como pano de fundo as serras do Marão e Alvão. Ao longo de mais de setecentos anos de existência, Vila Real ganhou os contornos que tem hoje, uma cidade de belos monumentos, onde se destacam os templos e as casas nobres, com os seus brasões bem à vista, algo que levou a que, outrora, fosse conhecida como a Corte de Trás-os-Montes.

É sede de um município com 377,67 km² de área e 49 957 habitantes (2001), subdividido em 30 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Ribeira de Pena e de Vila Pouca de Aguiar, a leste por Sabrosa, a sul pelo Peso da Régua, a sudoeste por Santa Marta de Penaguião, a oeste por Amarante e a noroeste por Mondim de Basto.

Cidade de Braga

mjfsantos 02/11/2007 @ 13:00

Braga - Vista Vale Rio Cavado

Braga é das mais antigas cidades portuguesas e uma das cidades cristãs mais antigas do mundo; fundada no tempo dos romanos como Bracara Augusta, conta com mais de 2000 anos de História como cidade. Situada no Norte de Portugal, mais propriamente no Vale do Cávado, Braga possui cerca de 174 mil habitantes, sendo o centro da Grande Área Metropolitana do Minho (GAM), com cerca 800 mil habitantes.

É uma cidade cheia de cultura e tradições, onde a História e a religião vivem lado a lado com a indústria tecnológica e a vida boémia universitária.

Na gíria popular é conhecida como:

A "Cidade dos Arcebispos": durante séculos o seu Arcebispo foi o mais importante da Península Ibérica; ainda é o detentor do velho título de Primaz das Espanhas.

A "Roma Portuguesa": no século XVI o Arcebispo D. Diogo de Sousa, influenciado pela sua visita à cidade de Roma, desenha uma nova cidade onde as praças e igrejas abundam tal como em Roma. A este título está também associado o facto de existirem inúmeras igrejas por km² em Braga. É, ainda, considerada como o maior centro de estudos religiosos em Portugal

A "Cidade Barroca": durante o século XVIII o arquitecto André Soares transforma a cidade de Braga no Ex-Libris do Barroco em Portugal.

A "Cidade Romana": no tempo dos romanos ser a maior e mais importante cidade situada no território onde seria Portugal. Ausónio, ilustre letrado de Bordéus e prefeito da Aquitânia, incluiu Bracara Augusta entre as grandes cidades do Império Romano[1].

A "Capital do Minho" ou o "Coração do Minho", por estar localizada no centro desta província. Braga reúne um pouco de todo o Minho e todo o Minho tem um pouco de Braga.

A "Cidade dos Três Sacro-Montes": são santuários situados a Sudeste da cidade numa cadeia montanhosa, e são pela ordem Este a Sul: O Bom Jesus, Sameiro e a Falperra (Sta. Maria Madalena e Sta. Marta das Cortiças).

A cidade está estritamente ligada a todo o Minho: a Norte situa-se o tradicional Alto Minho, a Este o Parque Nacional da Peneda-Gerês, a Sul as terras senhoriais de Basto e o industrial Ave e a Oeste o litoral marítimo Minhoto.

Cidade do Porto

mjfsantos 01/11/2007 @ 00:20

Casario e Torre dos Clérigos

O Porto é um município de 41,66 km2 de área onde residem 233.465 habitantes (censo de 2001). É o centro de uma grande área metropolitana com 1,9 milhões de habitantes, contando com os municípios adjacentes que formam entre si um único aglomerado urbano contínuo.

O Porto é o centro da zona urbana mais populosa de Portugal e nona maior na Europa, onde residem 3,3 milhões de pessoas numa área de apenas 3600 km2, com uma densidade populacional superior a 750 hab/km2. O Porto é uma cidade próspera e conhecida como a Capital do Norte ou a Cidade Invicta.