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Categoria: Ave

Cidade da Trofa

mjfsantos 28/11/2007 @ 13:18

Origens    


Documentos pré-históricos, na sua maioria constituídos por espólios desenterrados por pacientes arqueólogos, denunciam que os primitivos povos do vale de Bougado desceram das que os circundavam, onde viviam da caça e dos frutos silvestres.Instalaram-se nas férteis terras ribeirinhas do rio Ave, a princípio alagadas por extensas toalhas de água que, com o decorrer do tempo, foram cobertas por terras de aluvião.Destas terras e de outras arroteadas à custa de sobre-humana força recolheram ao longo de séculos e milénios o sustento para viver, inúmeras vezes abatidos e sangrando por pestes, secas, doenças, guerras e inundações.Para de defenderam destes males recorriam a Deus, reunindo-se em “igreja” para a oração colectiva, sob a paternidade de um santo, o seu orago ou padroeiro.Desta comunhão eclesial do povo de Bougado brotaram duas comunidades paroquiais aí por volta dos finais do século VII com a recristianização da Península Ibérica: São Martinho e São Tiago, seus oragos e padroeiros.

A de S. Martinho representada no brasão da cidade da Trofa pelo báculo de bispo e a de S. Tiago, apóstolo, pelo bordão.

Do amanho da terra viveram os seus povos, durante séculos. A partir do século XX, a indústria é a sua actividade principal.O brasão da cidade assim informa: uma espiga para simbolizar a actividade agrícola e uma roda dentada significando a indústria.Duas comunidades, pois, e um só povo.  

 

 

 O Brasão da Trofa  



 O Brasão (ou armas da cidade) apresenta-se de campo ou fundo branco com os seguintes elementos:

Trofa - Brasão 

Em chefe, uma roda dentada com uma espiga sobreposta  no arco  direito , que simbolizam as  duas principais actividades económicas  da cidade da Trofa : a indústria e o comércio.

De cada lado, a figuração das duas freguesias representadas, simbolicamente , pelos seus padroeiros : São Martinho de Tours (o báculo evangelizador das Gálias) e São Tiago (o bordão de peregrino com as tradicionais vieira e cabaça).Todas estas figuras estão representadas com as cores naturais, indicando-se o ouro para o báculo por ser o metal que significa nobreza, fidelidade e constância, três grandes qualidades daquele santo padroeiro.Em contra-chefe, quatro faixas onduladas , duas de azul e duas de prata , com figura da demolida Ponte Pênsil da Barca da Trofa com as respectivas torres.Coroa mural de prata de cinco torres e listel branco com os dizeres “Trofa” de negro.

 

 

Ex-libris da Trofa   


Na  sua metade do século XX , o vale de Bougado  é rasgado pela estrada real de Porto-Braga  e pela linha do Minho, do Porto a Valença  com seguimento para Espanha, acrescida dos ramais de Braga e de Monção.A travessia do rio Ave faz-se, então, pela ponte pênsil da Barca da Trofa e pela ponte férrea na fronteira. com Lousado, construídas para o efeito.O vale de Bougado, que até aí guardava ciosamente os seus habitantes apegados à terra desde o seu nascer ao seu morrer, como as árvores enraizada, nascendo, crescendo, vivendo e morrendo, despertou do seu sono secular e milenar  e abriu de par em par as portas para  a civilização de horizontes mais avançados e  dilatados.Desapegou-se da rabiça do arado e lançou-se na indústria.Os primeiros produtos manufacturados começaram-se a escoar  a partir de 1912 pelo país e pelas colónias. Nas décadas seguintes cresceram em quantidade e variedade, estendendo-se pelo estrangeiro.Esta revolução industrial que, em finais do século XIX continua em crescendo, lançando os seus nas tentáculos por toda a região do baixo Ave, tem sido fonte rica de fartura e abundância para promoção social dos povos, a par de uma agricultura nas várzeas de Santiago de Bougado, próspera e rentável.

Justo é que a esbelta ponte pênsil da Barca da Trofa seja o marco, a ponte, entre um passado agrícola de subsistência e um futuro industial de crescimento e desenvolvimento.

Ela é, pois, ex-libris da cidade da Trofa.  

Origem ou significado da palavra Trofa 


 Sobre a origem ou significado da palavra Trofa, que veio a assumir-se como corónimo e toponómio, as opiniões são diversas, confusas e hipotéticas.Para uns, nada mais fácil ou expedido, tal origem tinha raíz em trofa ou trufa com o significado de tempos recuados de gracejo, escárnio, zombaria e daí os verbos trofar ou trufar de remota origem do troçar dos tempos de agora.Para a Profª. Carolina Michaelis de Vasconcelos, Trofa «nome de uma povoação minhota  (perto de Famalicão) é nome de capa de junça ou palha de centeio, também chamada “croça” ou “palhoça”, com que os lavradores daquela província se agasalham tão agradável e pitorescamente contra a chuva.

Croça ou coroça = a amarela ; de crocea derivado de cromo – Palhoça de palha. Trofa, do germânico Troufe, Traufe, “goteira, biqueira, carne de telhado” de que a água escorre em bicas como das trofas de junça”».

Já Frei João de Sousa, nos seus “ Vestígios da Língua arábica”, lembra-nos que Trofa, corrupção de tarufa ou tarifa, é palavra árabe que significa cousa extrema, final, última.Ainda no dizer deste autor, Trafaria, corrupção do árabe Tarifa, também coisa extrema, apresentava a mesma origem de Trofa .Segundo o Prof. Dr. António Cruz:«As terras extremas localizadas na margem de rios de transposição dificultada pela corrente o profundidade, constituindo-se, pouco a pouco, em povoado de circulação, ( pois que, obrigando a demora, não o eram apenas de passagem ), vem podiam, na verdade, receber a designação que melhor vinha a caber-lhes na língua árabe e num sentido genérico. Estamos a lembrar-nos, agermanada com a Trofa do Ave, da outra a Trofa do Vouga. E elas não são únicas.»«Apurado, de seguro, e para já, temos isto: uma velha estalagem ao serviço de caminheiros, a estalagem da Trofa, remontando a tempos medievais; e a travessia do rio Ave, também desde uma época muito recuada, a fazer-se a vau ou utilizando barcas, naquele mesmo ponto que isso veio a ser designado como Barca da Trofa.»«O mapa dos caminhos medievais portugueses tem sempre de inscrever com passagem pela Trofa – terra extrema – a carreteira que ligava a cidade do Porto a Braga, por ser essa a mais directa e, como tal, a preferida dos viageiros; a não ser assim, como viria a justificar-se tudo quanto diz respeito à instalação e manutenção de uma venda – ou, em designação posterior, quando não contemporânea, porque já existia e era então corrente, uma estalagem – capaz de os acolher e dar-lhes sustento antes da travessia do Ave.”O exemplo desta e doutras estalagens vem abonar, segundo os especialistas, que aí, na instalação de abrigos e de pequeno comércio, que se radica o desenvolvimento de uma povoação nas margens de uma via de comunicação. Estes povoados, por isso mesmo, são chamados, e bem, povoados de circulação.

“Não foi outra coisa a primitiva Trofa, de princípio assinalada tão só pela estalagem medieval que nela fora instalada” – assim conclui o Prof. Dr. António Cruz.


(Fonte:Atelier)



Trofa - Igreja Nossa Senhora das Dores



A Trofa é um concelho e cidade portuguesa pertencente ao Distrito do Porto, Região Norte e subregião do Ave, com cerca de 20 700 habitantes,na cidade e 38 000 o concelho.

É sede de um pequeno município com 71,73 km² de área e 37 581 habitantes (2001), subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Vila Nova de Famalicão, a leste por Santo Tirso, a sul pela Maia e a oeste por Vila do Conde.

A Trofa foi elevada a vila a 28 de Junho de 1984 e a cidade pela lei n.º 29/93 de 2 de Julho de 1993. Tornou-se município autónomo em 19 de Novembro de 1998, por desanexação do vizinho concelho de Santo Tirso (em simultâneo com os municípios de Odivelas e Vizela, criados na mesma altura, por desanexação de Loures e Guimarães, respectivamente).

História

A Trofa tem tido um papel fundamental devido à localização geográfica entre Porto e Braga/Guimarães, localizando-se na fronteira de Douro e Minho mas ainda do lado do distrito do Porto, o que faz com que a localidade trofense seja mencionada já desde a época do império romano ("trofa" designa fronteira em árabe, pois a cidade faz a fronteira entre o Douro Litoral e o Baixo Minho). Um factor importante para o seu crescimento foi a implementação da estação de caminhos-de-ferro no início do século XX, o que levou ao seu crescimento exponencial.


Texto:(Wikipédia)

Cidade de Santo Tirso

mjfsantos 27/11/2007 @ 13:52

Santo Tirso - Paços do ConselhoSanto Tirso - Praça dos CarvalhaisSanto Tirso - Praça Conde S. BentoSanto Tirso - Rio Ave

Situado no Norte do país, Santo Tirso é considerado um concelho de charneira entre o Grande Porto, o Tâmega e o Ave.

Pertence ao distrito do Porto e esteve, durante um longo período de tempo, integrado na Numenclatura de Unidade Territorial (NUT) III do Ave, que englobava ainda os concelhos de Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Trofa, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela. No entanto, foi recentemente aprovada a sua transição para a NUT III do Grande Porto, devido à sua recente integração na Grande Área Metropolitana do Porto.

É delimitado a Norte pelos concelhos de Vila Nova de Famalicão e Guimarães, a Nordeste por Vizela e Lousada, a Este por Paços de Ferreira, a Sul com o concelho de Valongo e a Oeste pelos concelhos da Trofa e Maia.

Possui uma área de cerca de 140 Km2 e é composto por 24 freguesias.

As suas excelentes acessibilidades aproximam o concelho dos principais centros urbanos, mas também de importantes interfaces de transportes, nomeadamente o porto de Leixões e o aeroporto Francisco Sá Carneiro. Da rede viária que serve o concelho destaca-se a Auto-Estrada A3, o IC 24, a EN104, a EN105, a EN204, a ER207 e a ER319. É ainda servido pela linha ferroviária de Guimarães, recentemente beneficiada.

O concelho de Santo Tirso é um dos mais belos rincões desta região, em que cada lugar é um jardim e uma janela aberta sobre a verdejante paisagem. O perfil montanhoso da região e a sua densa vegetação fazem de qualquer miradouro um local de desfrute de grande beleza paisagística.

A gastronomia da região brinda-nos com alguns dos mais característicos pratos do panteão gastronómico do Douro Litoral e Minho, como o bacalhau, o cabrito assado, os rojões e o cozido à portuguesa. Na doçaria são nacionalmente conhecidos os famosos jesuítas e os limonetes, cuja receita nasceu no concelho. A tradição conventual oferece-nos as bolachas do Mosteiro de Santa Escolástica (Roriz).

A produção vinícola local também faz jus à tradição. O vinho verde é rei nesta região, alcançando algumas das quintas produtoras, vários prémios e distinções. No Mosteiro de Singeverga é produzido o conhecido licor dos beneditinos, o licor de Singeverga (Roriz).

O termalismo encontra lugar em Santo Tirso. As Termas das Caldas da Saúde (Areias), proporcionam, a quem as demanda, conforto e qualidade, sendo indicadas para o tratamento de doenças de pele, reumatismo e problemas do aparelho respiratório.

No artesanato local destacam-se os brinquedos de madeira, as mantas e tapetes executados em teares manuais, bem como os trabalhos realizados em ferro forjado e em granito.

(Fonte: cm-stirso)



Santo Tirso é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito do Porto, Região Norte e subregião do Ave, com cerca de 10 000 habitantes.

É sede de um município com 135,31 km² de área e 72 396 habitantes (2001), subdividido em 24 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Vila Nova de Famalicão e de Guimarães, a nordeste por Vizela, a leste por Lousada, a sueste por Paços de Ferreira, a sul por Valongo, a sudoeste pela Maia e a oeste por Trofa. Outro importante pólo concelhio é Vila das Aves.

Até 1834 constituiu o couto de Santo Tirso que era composto pelas freguesias de Santo Tirso, São Miguel do Couto e Santa Cristina do Couto. Até 1998 o actual concelho da Trofa esteve integrado no de Santo Tirso, que era por isso um dos 10 mais populosos do país.

(Wikipedia)



Cidade de Vizela

mjfsantos 21/11/2007 @ 13:47
Vizela - JardimVizela - Praça da RepúblicaVizela - Fonte

Vizela é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 10.000 habitantes.

É sede de um município com 23,92 km² de área e 22 595 habitantes (2001), subdividido em 7 freguesias. O município é limitado a norte e a oeste pelo município de Guimarães, a leste por Felgueiras e a sul por Lousada.

O concelho foi criado em 24 de Maio de 1361, vindo a ser extinto em 3 de Fevereiro de 1408. Teve então a designação de Riba Vizela. O município foi restaurado em 19 de Março de 1998 por desmembramento de freguesias de Guimarães, Lousada e Felgueiras.

(Texto: Wikipedia)

(Fotos: CM-Vizela)

Cidade Vila Nova Famalicão

mjfsantos 20/11/2007 @ 16:49

Vila Nova Famalicão - Praça 9 de AbrilVila Nova Famalicão - Praça D. Maria IIVila Nova Famalicão - Rotunda de ÁguaVila Nova Famalicão - Paços do Conselho

Vila Nova de Famalicão (conhecida frequentemente apenas como Famalicão) é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 30 188 habitantes. Situa-se a uma altitude média de 97 metros.

É sede de um município com 201,85 km² de área e 127 567 habitantes (2001), subdividido em 49 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Braga, a leste por Guimarães, a sul por Santo Tirso e Trofa, a oeste por Vila do Conde e Póvoa de Varzim e a noroeste por Barcelos. Foi criado em 1835 por desmembramento de Barcelos e elevada à categoria de cidade em 1985.

A cidade em si resume-se nas palavras do cinéasta português Manoel de Oliveira: «Origens lendárias de Famalicão - centro de comunicação rodoviária e ferroviária, entre várias localidades do Norte. As alegres e pitorescas ruas. Acontecimentos registados nos jornais da terra. Edifício - hospital da Misericórdia, Câmara Municipal. Monumento a Camilo Castelo Branco. Casa de Camilo, em São Miguel de Ceide. Trabalho nos campos. Igrejas. Os arredores românticos. Indústrias de fiação e tecidos, de botões e de relógios (única na Península). Aspectos típicos: vindimas, malhadas, feira». Na própria filmografia do realizador, deparamo-nos, em 1941, com uma película dedicada à cidade de Famalicão.

(Texto: Wikipédia)

(Imagens:CM-VNF)

Vieira do Minho

mjfsantos 19/11/2007 @ 16:36

Vieira do Minho - VistaVieira do Minho - Parque FlorestalVieira do Minho - Moinho

Vieira do Minho - Câmara

Vieira do Minho é uma vila portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 2 300 habitantes.

É sede de um município com 220,15 km² de área e 14 724 habitantes (2001), subdividido em 21 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Terras de Bouro, a norte e leste por Montalegre, a sueste por Cabeceiras de Basto, a sul por Fafe, a sudoeste por Póvoa de Lanhoso e a noroeste por Amares.
Para ouvir notícias de Vieira do Minho, pode sempre ligar a Rádio Alto Ave(de Vieira do Minho para o Mundo), sintonizando o seu rádio em 91.6 MHz ou através do sítio da Internet

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De origem antiga, como o atestam inúmeros elementos arqueológicos, as freguesias que actualmente integram Vieira pertenceram antigamente a vários concelhos, termos, coutos e vilas, hoje extintos:
Caniçada, Cova, Salamonde, Soengas e Ventosa, pertenceram ao concelho de Ribeira de Soás, deu-lhe foral D. Manuel  em 1515; Parada de Bouro foi pertença do Couto de Parada de Bouro, criado por D. Sancho I, que o deu à famosa Ribeirinha; Cantelães, Eira Vedra, Mosteiro, Pinheiro, Tabuaças, Vieira e Vilarchão, compunham o concelho de Vieira; Campos e Ruivães eram terras do concelho de Ruivães; Anjos e Rossas pertenceram ao Concelho de Rossas, a quem D. Manuel concedeu foral em 1514; Guilhofrei que pertenceu ao concelho de Vila Boa da Roda, com foral de 1514, autorgado por D. Manuel e por último Soutelo e Louredo pertenciam ao Concelho de Lanhoso, que tem foral dado por D. Dinis em 1292.

A antiguidade da ocupação humana das terras que hoje integram o concelho de Vieira do Minho pode ser atestada pelos inúmeros testemunhos arqueológicos que podem ser vistos no concelho, com particular destaque para a área da Serra da cabreira, território ocupado desde a pré-história e as localidades de Salamonde e Ruivães, onde a presença militar de diferentes povos, com destaque para os romanos, atestam o valor estratégico desta área no controle das principais vias de penetração na província. As mamoas, menires, gravuras rupestres , fojos medievais, necrópoles neolíticas, povoações romanas, castros, além de vários utensílios de barro, ferro e outros metais, são exemplos do filão arqueológico da região, bastante subexplorado aliás.

Da época romana, ainda existem vestígios de alguns troços da via XVII do itinerário Antonino que ligava Braga, Chaves a Astorga, e vestígios  de antigos povoados dessa época, é exemplo disso o povoado de S. Cristovão - Ruivães

Pela extrema importância na estratégia militar, a região sofreu os efeitos da penetração dos diversos povos que invadiram a península, desde os Suevos aos Romanos, e bem mais recentemente dos exércitos Napoleónicos. De facto, na Primavera de 1809, o concelho foi duas vezes atravessado pelas tropas do marechal Soult: a primeira em 15 de março, em impetuoso avanço a caminho de Braga. A segunda, a 17 de Maio, em retirada precipitada pela ponte da Misarela, no dia exacto em que as forças anglo-lusas de Wellesley chegavam ao alto de Salamonde, com o objectivo, frustrado, de lhes atalhar o passo.

Este seu pendor para o envolvimento na guerra determinou igualmente que Vieira se envolvesse nas guerras liberais, presenciando Ruivães duros combates entre liberais e absolutistas, e pouco depois, em Abril de 1846, Vieira entusiasma-se com o movimento popular da “ Maria da Fonte” onde teve a sua origem e onde habitava o seu mentor: padre Casimiro José Vieira.

Estas breves notas são bem o testemunho da história de Vieira do Minho, feita mais da sua valia estratégica, que da memória dos homens consubstanciada em monumentos e urbes.

(CM V-MINHO)

 

Póvoa de Lanhoso

mjfsantos 18/11/2007 @ 10:16

Póvoa de Lanhoso - Castelo

A Póvoa de Lanhoso é uma vila portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 4 600 habitantes.

É sede de um município com 131,99 km² de área e 22 772 habitantes (2001), subdividido em 29 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Amares, a leste por Vieira do Minho, a sul por Fafe e por Guimarães e a oeste por Braga.

Póvoa de Lanhoso - Edificios

Cidade de Guimarães

mjfsantos 17/11/2007 @ 14:17

Guimarães - TouralGuimarães - Praça SantiagoGuimarães - Centro CulturalGuimarães - Castelo

 

Guimarães é uma cidade portuguesa situada no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave (uma das subregiões mais industrializadas do país), com uma população de 52 182 habitantes, repartidos por uma malha urbana de 23,5 km², em 20 freguesias e com uma densidade populacional de 2 223,9 hab\km². É sede de um município com 242,85 km² de área e 162 572 habitantes (2006), subdividido em 69 freguesias, sendo que a maioria da população reside na cidade e na sua zona periférica. O município é limitado a norte pelo município de Póvoa de Lanhoso, a leste por Fafe, a sul por Felgueiras, Vizela e Santo Tirso, a oeste por Vila Nova de Famalicão e a noroeste por Braga.

É uma cidade histórica, com um papel crucial na formação de Portugal, e que conta já com mais de um milénio desde a sua formação, altura em que era designada como Vimaranes

Guimarães é uma das mais importantes cidades históricas do país, sendo o seu centro histórico considerado Património Cultural da Humanidade, tornando-a definitivamente um dos maiores centros turísticos da região. As suas ruas e monumentos respiram história e encantam quem a visita.

A Guimarães actual soube conciliar, da melhor forma, a história e consequente manutenção do património com o dinamismo e empreendedorismo que caracterizam as cidades modernas.

Guimarães é muitas vezes designada como "Cidade Berço", devido ao facto aí ter sido estabelecido o centro administrativo do Condado Portucalense por D. Henrique e por seu filho D. Afonso Henriques poder ter nascido nesta cidade e fundamentalmente pela importância histórica que a Batalha de São Mamede, travada na periferia da cidade em 24 de Junho de 1128, teve para a formação da nacionalidade. Contudo, as necessidades da Reconquista e de protecção de territórios a sul levou esse mesmo centro para Coimbra em 1129.

Os "Vimaranenses" são orgulhosamente tratados por "Conquistadores", fruto dessa herança histórica de conquista iniciada precisamente em Guimarães.

(Wikipedia)

 

Guimarães - Igreja TabualedoGuimarães - D Afonso HenriquesGuimaraes - Edificio Martins SarmentoGuimarães - Vista do TouralGuimarães - Praça da Oliveira

Cidade de Fafe

mjfsantos 16/11/2007 @ 15:27

Fafe - Jardim do CalvárioFafe - CentroFafe - Casa da CulturaFafe - Câmara  Fafe - Praça 25 de Abril

 

Fafe é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, Região Norte e subregião do Ave, com cerca de 15 300 habitantes.

É sede de um município com 218,87 km² de área e 52 757 habitantes (2001), subdividido em 36 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho, a leste por Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto, a sul por Felgueiras e a oeste por Guimarães. É banhado pelo Rio Vizela.

Até 1840 o concelho tinha a designação de Montelongo ou Monte Longo.

 

Historial da cidade

            Fafe é uma jovem cidade do Minho, mas com origens antigas.     

   Por aqui andaram povos como os Lusitanos e os Romanos que deixaram marcas consideráveis, hoje pontos actrativos aos visitantes.

    Fafe é uma terra, pequena, mas com valor, pois possui inúmeros monumentos e agradáveis espaços verdes.

            Fafe é também conhecida pelo lema “ Com Fafe ninguém fanfe”, lema esse que apareceu quando, há muitos anos atrás, se fez justiça a favor do Visconde Moreira de Rei. Nesse tempo, como agora, o lema provoca um sorriso de simpatia por todos os fafenses. Talvez por isso e por ser uma pequena cidade que tão bem acolhe os visitantes, Fafe foi e ainda é considerada a SALA DE VISITAS DO MINHO

           Fafe é uma cidade recente, mas que, como povoação, existe desde o Séc. XIII, sendo apenas uma freguesia do conselho de Montelongo o qual recebeu o foral do Rei D. Manuel em 5 de Novembro de 1513. Esta freguesia desde muito cedo, iniciou o seu desenvolvimento. Assim em 1836 torna-se sede de conselho e quatro anos mais tarde sobe à categoria de Vila, tomando para designação o nome Fafe em desfavor do nome Montelongo. Este Topónimo surge como que por homenagem às duas famílias mais poderosas da região ( Egas Fafe e Dom Fafes Serafins).

          É nesta altura, com cerca de 10.282 habitantes que Fafe começa o seu verdadeiro desenvolvimento. Durante o próximo século a sua população aumenta. Torna-se uma Vila que vive à base da indústria têxtil, da agricultura e dos serviços. Em 1980 já tinha 48.000 habitantes, 36 freguesias e era uma Vila bastante desenvolvida. Passando então, por mérito próprio à categoria de Cidade.

         O continuado desenvolvimento da cidade deve-se aos autarcas, como também à sua população, visto ser esta uma das principais responsáveis por toda a evolução da nossa terra pois sempre se preocupou em trabalhar quer na agricultura ( no seu inicio), quer nos outros ramos, indústria e comercio (mais recentemente ) para que a nossa terra enriquecesse tanto a nível financeiro, como a nível cultural.

         Fafe é agora uma terra relativamente desenvolvida, mas que tem na memória o seu passado e as suas origens.  

Celorico de Basto

mjfsantos 15/11/2007 @ 11:59

Celorico de Basto - Quinta do PradoCelorico de Basto - Praia FluvialCelorico de Basto - PraçaCelorico de Basto - Zona Verde

Celorico de Basto é uma vila portuguesa no distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 2 500 habitantes.

É sede de um município com 181,10 km² de área e 20 466 habitantes (2001), subdividido em 22 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Cabeceiras de Basto, a leste por Mondim de Basto, a sul por Amarante, a sudoeste por Felgueiras e a oeste por Fafe. Alberga as vilas de Celorico de Basto, Fermil de Basto e a Gandarela de Basto

Cabeceiras de Basto

mjfsantos 14/11/2007 @ 16:23
Cabeceiras de Basto - Praça da Republica

Cabeceiras de Basto é uma vila portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 4 400 habitantes.

É sede de um município com 240,88 km² de área e 17 846 habitantes (2001), subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Montalegre, a nordeste por Boticas, a leste por Ribeira de Pena, a sueste por Mondim de Basto, a sul por Celorico de Basto, a oeste por Fafe e a noroeste por Vieira do Minho.

Cabeceiras de Basto - Mosteiro
Cabeceiras de Basto - Jardim
Cabeceiras de Basto - Estação