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Categoria: Cidade

Cidade de Santo Tirso

mjfsantos 27/11/2007 @ 13:52

Santo Tirso - Paços do ConselhoSanto Tirso - Praça dos CarvalhaisSanto Tirso - Praça Conde S. BentoSanto Tirso - Rio Ave

Situado no Norte do país, Santo Tirso é considerado um concelho de charneira entre o Grande Porto, o Tâmega e o Ave.

Pertence ao distrito do Porto e esteve, durante um longo período de tempo, integrado na Numenclatura de Unidade Territorial (NUT) III do Ave, que englobava ainda os concelhos de Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Trofa, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela. No entanto, foi recentemente aprovada a sua transição para a NUT III do Grande Porto, devido à sua recente integração na Grande Área Metropolitana do Porto.

É delimitado a Norte pelos concelhos de Vila Nova de Famalicão e Guimarães, a Nordeste por Vizela e Lousada, a Este por Paços de Ferreira, a Sul com o concelho de Valongo e a Oeste pelos concelhos da Trofa e Maia.

Possui uma área de cerca de 140 Km2 e é composto por 24 freguesias.

As suas excelentes acessibilidades aproximam o concelho dos principais centros urbanos, mas também de importantes interfaces de transportes, nomeadamente o porto de Leixões e o aeroporto Francisco Sá Carneiro. Da rede viária que serve o concelho destaca-se a Auto-Estrada A3, o IC 24, a EN104, a EN105, a EN204, a ER207 e a ER319. É ainda servido pela linha ferroviária de Guimarães, recentemente beneficiada.

O concelho de Santo Tirso é um dos mais belos rincões desta região, em que cada lugar é um jardim e uma janela aberta sobre a verdejante paisagem. O perfil montanhoso da região e a sua densa vegetação fazem de qualquer miradouro um local de desfrute de grande beleza paisagística.

A gastronomia da região brinda-nos com alguns dos mais característicos pratos do panteão gastronómico do Douro Litoral e Minho, como o bacalhau, o cabrito assado, os rojões e o cozido à portuguesa. Na doçaria são nacionalmente conhecidos os famosos jesuítas e os limonetes, cuja receita nasceu no concelho. A tradição conventual oferece-nos as bolachas do Mosteiro de Santa Escolástica (Roriz).

A produção vinícola local também faz jus à tradição. O vinho verde é rei nesta região, alcançando algumas das quintas produtoras, vários prémios e distinções. No Mosteiro de Singeverga é produzido o conhecido licor dos beneditinos, o licor de Singeverga (Roriz).

O termalismo encontra lugar em Santo Tirso. As Termas das Caldas da Saúde (Areias), proporcionam, a quem as demanda, conforto e qualidade, sendo indicadas para o tratamento de doenças de pele, reumatismo e problemas do aparelho respiratório.

No artesanato local destacam-se os brinquedos de madeira, as mantas e tapetes executados em teares manuais, bem como os trabalhos realizados em ferro forjado e em granito.

(Fonte: cm-stirso)



Santo Tirso é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito do Porto, Região Norte e subregião do Ave, com cerca de 10 000 habitantes.

É sede de um município com 135,31 km² de área e 72 396 habitantes (2001), subdividido em 24 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Vila Nova de Famalicão e de Guimarães, a nordeste por Vizela, a leste por Lousada, a sueste por Paços de Ferreira, a sul por Valongo, a sudoeste pela Maia e a oeste por Trofa. Outro importante pólo concelhio é Vila das Aves.

Até 1834 constituiu o couto de Santo Tirso que era composto pelas freguesias de Santo Tirso, São Miguel do Couto e Santa Cristina do Couto. Até 1998 o actual concelho da Trofa esteve integrado no de Santo Tirso, que era por isso um dos 10 mais populosos do país.

(Wikipedia)



Cidade de Esposende

mjfsantos 24/11/2007 @ 09:47

Esposende - Ponte FãoEsposende - Vista AéreaEsposende - Igreja MatrizEsposende -

Esposende é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Cávado, com cerca de 9 100 habitantes.

É sede de um pequeno município com 95,18 km² de área e 33 325 habitantes (2001), subdividido em 15 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Viana do Castelo, a leste por Barcelos, a sul pela Póvoa de Varzim e a oeste pelo Oceano Atlântico.

Esposende foi elevada à categoria de Vila, por foral do rei D. Sebastião em 19 de Agosto de 1572.

Elevação da sede do município a cidade em 02 de Julho de 1993.

(Wikipédia)



Embora a História de Esposende e seu concelho, como unidade administrativa, comece na segunda metade do séc. XVI, desde há milénios que o Homem foi deixando as suas marcas nos seus 95 Km2.

"As marcas de passagem ou permanência dos Homens; os sítios onde viveram, amaram e morreram. Os locais onde ergueram símbolos aos deuses ou em memória de outros homens, cativaram investigadores e visitantes.

...É percorrendo a planície litorânea, subindo as encostas dos montes e vivendo o planalto mais interior, que sentiremos o pulsar dos mitos e das realidades de outras eras.

Para além de um conjunto assinalável de monumentos que nos conduzem desde épocas pré-históricas até aos confins da Idade Média, é a partir do século XVI, com forte incidência na era setecentista, que Esposende vê o seu território ocupado por belos e interessantes monumentos representativos do nosso património civil, militar e religioso. São sinal de uma pujança económica cuja base representa a caminhada farta do ouro do Brasil que em grande parte transformou a paisagem concelhia.

Rara é a localidade em que vetustas pedras, ora esquecidas, ora sabiamente estudadas, nos informam sobre a passagem do Homem por terras da Foz do Cávado. De períodos pré-históricos, onde o nomadismo impediu um registo mais vincado, Esposende oferece ao visitante o Menir de S. Paio de Antas (IIP) e o de S. Bartolomeu do Mar (IIP), assim como um número apreciável de Dólmens destacando-se, entre todos, o do Rapido, o da Portelagem e o da Cruzinha, todos situados na freguesia de Vila Chã.

Constituindo espólio importante de Museus Nacionais e Regionais, hoje em dia enriquecendo o próprio Museu Municipal de Esposende, instrumentos líticos de sílex, vasos cerâmicos, contas de colar, objectos de adorno ou mesmo seixos afeiçoados, são vestígios relevantes do nosso passado longínquo.

Com a fixação do Homem nómada, surgem os primeiros povoados estratégicamente colocados nas cristas dos montes sobranceiros ao Oceano Atlântico. É o instinto da defesa.

Ocupando relevo especial na cultura dos castros do Norte de Portugal, salientamos o Castro de S. Lourenço e a Suvidade de Belinho. Sobre o primeiro destes povoados poder-se-à dizer que se trata de uma área ocupada desde o século I a.C. até, pelo menos, ao século IV d.C. Daí saíram para o Museu Municipal de Esposende, entre outros, um valioso espólio cerâmico e numismático. Neste lugar se adoraram os Deuses do Panteão Romano, nomeadamente a Dea Sancta.

Da Idade Média, para além de um ou outro Túmulo cavado na rocha como o de Eira D'Ana em Palmeira de Faro, ou o Arcaz em Estola de Forjães, a mensagem daquela época é-nos trazida pela imponente Necrópole de Fão, um dos mais importantes cemitérios mediévos da Península Ibérica. Aí restam mais de duas centenas de túmulos, ricos de história revelada pelos esqueletos bem conservados, assim como por moedas dos nossos primeiros reis.

Como que a vigiar os 14 Km de costa, ergueu-se um dia, talvez pelo século XIV, no cimo do Monte de S.Lourenço, um pequeno Castelo do qual unicamente restam indícios de muralhas delapidadas pelo correr das eras.

Fão transforma-se, durante a Idade Média, num dos mais importantes centros salineiros da região. Os privilégios reais sucedem-se. O rio Cávado assiste, quase junto à foz, ao crescimento de duas povoações que o acarinham e dele fazem a sua eira. Fão e Esposende vão, ao longo dos séculos, disputar entre si a arte da Construção Naval e a primazia do Comércio Marítimo.

A era de Quinhentos marca profundamente a história do concelho de Esposende."

"...Do pequeno lugar, e então ainda assim designado nos diplomas oficiais, Esposende volvia-se, pouco a pouco, em povoação aconchegada; aos casais dispersos, implantados aqui e além consoante a localização das glebas que permitiam uma lavoura rudimentar, sucediam-se moradias erguidas par a par e numa área restrita..."

(Visitesposende)



Cidade de Barcelos

mjfsantos 23/11/2007 @ 17:38

Barcelos - PonteBarcelos - Paços dos CondesBarcelos - Igreja Senhor da CruzBarcelos - Pelourinho

Barcelos é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Cávado, com cerca de 20.625 habitantes.

É sede de um município com 378,70 km² de área e 122 096 habitantes (2001), subdividido em 89 freguesias (é o concelho com maior número de freguesias em todo o país). O município é limitado a norte pelos municípios de Viana do Castelo e Ponte de Lima, a leste por Vila Verde e por Braga, a sueste por Vila Nova de Famalicão, a sudoeste pela Póvoa de Varzim e a oeste por Esposende.

Concelho actualmente presidido por: Fernando Reis.

O concelho de Barcelos recebeu foral de D. Afonso Henriques em 1140.

(Texto/Fotos: Wikipédia)






Barcelos, na margem direita do Rio Cávado, é uma cidade afidalgada, porta voz de um concelho que se ufana de ser o maior do país, em número de freguesias (89) e o maior em área geográfica de todo o Minho (336 Km²) e, caso raro, onde o sector secundário tem primazia (65%). Barcelos situa-se no eixo rodoviário Guimarães/Braga/Viana e confina com a auto-estrada Porto/Valença.

Barcelos inclui-se nos Caminhos de Santiago, e daí a "barca dos peregrinos" ou a "pequena barca" (Barc + ellus), como topónimo e sempre local de "passagem" para Terras do Alto Minho e da Galiza.

"De Rates teria chegado ao burgo um galego desafortunado (ainda se chamava de peregrino), e que logo foi olhado de soslaio pelas autoridades. E o crime ocorrido há largos anos, assentava-lhe como uma luva. Fora um "crime de morte morrida", cujo assassino andaria a monte.

Por isso, nada melhor que prender o "peregrino". E a sentença não se fez esperar, de nada lhe valendo teimas a contestar sua inocência.



Morte na forca. Assim foi. Parecia mesmo que nem Santiago lhe valia.
Apegou-se com fé o galego ao Jacobeu. Afinal, ia ou não, em peregrinação ao túmulo do apóstolo ?
Adrede, não era ele o escopo final de uma viagem que parecia terminar ali ?
- Diabos me carreguem se o Santo não me ajudar !
Pediu ao carrasco para falar com o Juiz.
Era a sua última vontade e o frade persignou-se perante tanta heresia.
- Que vá o Galego.
Banqueteava-se o Juiz com os amigos e foi a despropósito que o recebeu.
- Que não, que a sentença estava dada, que fora ele o matador de gente.
- Que não, repetiu o galego amarrado à "vieira", tão verdade que esse galo (bem tostado) e que Vossa "Incelência" vai comer, até vai cantar quando lhe ferrar a dentuça.
Riu-se o Juiz, mas já não a roliça coxa do galeirós. Os convivas fizeram o mesmo !"



E, neste "fantástico" Alto Minho, diz a lenda que o galo cantou mesmo !

Barcelos é uma cidade rica de história onde podemos beber um Manancial permanente de escritos e de feitos a decifrar-se nos Velhos cartulários, nas ruas velhinhas de séculos, nos edifícios senhoriais, solares e casas de famílias, igrejas e templos, nos brasões e torres de menagem.

Com Foral outorgado por D. Afonso Henriques (1140 / 1146), chamando-lhe "minha vila", é designada como "Santa Maria de Barcelos" pertencendo ao julgado do Neiva, nas inquirições de 1220 e 1226.

Em 1298, e, já no tempo de D. Dinis, é condado sendo o primeiro título nobiliárquico atribuído ao Conde D. João Telo de Menezes.

 


Mas foi D. Afonso, 8º Conde de Barcelos, filho bastardo de D. João I e genro de D. Nuno Álvares Pereira, quem mudando-se de Chaves para Barcelos, transfigurou todo o cerco urbano da vila ao construir, no início do século XV (cerca de 1412), o Paço dos Duques fazendo a ligação ao Palácio com a Ponte (de cinco arcos com talhamares de características góticas), a muralha que possuía três torres - da ponte, do vale e da menagem ou Porta Nova (hoje a única existente e onde fica o Centro de Artesanato e a Delegação de Turismo) e, a Matriz, reconstruída a partir de uma igreja românica do século XIII, com pórtico entre os dois contrafortes, com arcos de cinco arquivoltas e capitéis historiados.

Da mesma época, é o Solar dos Azevedos, construção quinhentista considerada a mais monumental das casas solarengas do norte do país, na freguesia de Lamas; a Casa do Condestável, com o brasão dos Pereiras; o Solar dos Pinheiros, atribuído a Pedro Esteves - ouvidor da Casa de Bragança; o pelourinho; a casa do alferes Barcelence; o Largo do Apoio com o velho chafariz.

 



É todo um casco histórico onde perpassa a vida de Barcelos:
dos peregrinos aos frades de Vilar, de bastardos a ricos homens, de feirantes e artesãos a senhores de pendão e caldeira. Mas não só: Barcelos é capital agrícola e industrial, rainha do artesanato.

O convite é agora para ir até à Franqueira, à montanha sagrada dos barcelences. Visitar o Convento do Bom Jesus da Franqueira. Depois o Castro e o Castelo de Faria, cenário do feito histórico ocorrido no tempo de D. Fernando, narrado por Fernão Lopes: "o alcaide Nuno Gonçalves preferiu ser morto às mãos dos castelhanos a deixar que seu filho, Gonçalo Nunes, entregasse aos mesmos as chaves do Castelo".

E chegados ao alto, junto à Ermida da Senhora da Franqueira, ficamos maravilhados.

São as cumeadas da serra do Gerês, as Terras de Bouro, as praias de riba Minho, as Terras Soajeiras, os contrafortes da Senhora da Peneda e da Senhora do Sameiro, Barcelos e as margens ridentes do Cávado.

É o Minho !

(Fonte:Arquivo)




Barcelos - Galo

A Lenda do Galo de Barcelos está associada ao cruzeiro seiscentista que faz parte do espólio do Museu Arqueológico de Barcelos.

 História

Um peregrino galego que saía de Barcelos em peregrinação para Santiago de Compostela foi acusado de ter roubado umas pratas a um proprietário e condenado a enforcamento. Num apelo final, pediu um encontro com o juiz, que se preparava para comer um galo assado. O galego jurou que, como prova da sua inocência, o galo se levantaria do prato e cantaria. O juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo.

Todavia, quando o preso estava a ser enforcado, o galo levantou-se e cantou. O juiz compreendeu o seu erro, correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. De acordo com a lenda, o galego voltou anos mais tarde para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo, agora no Museu Arqueológico de Barcelos.

(Texto: Wikipédia)

Cidade de Vizela

mjfsantos 21/11/2007 @ 13:47
Vizela - JardimVizela - Praça da RepúblicaVizela - Fonte

Vizela é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 10.000 habitantes.

É sede de um município com 23,92 km² de área e 22 595 habitantes (2001), subdividido em 7 freguesias. O município é limitado a norte e a oeste pelo município de Guimarães, a leste por Felgueiras e a sul por Lousada.

O concelho foi criado em 24 de Maio de 1361, vindo a ser extinto em 3 de Fevereiro de 1408. Teve então a designação de Riba Vizela. O município foi restaurado em 19 de Março de 1998 por desmembramento de freguesias de Guimarães, Lousada e Felgueiras.

(Texto: Wikipedia)

(Fotos: CM-Vizela)

Cidade Vila Nova Famalicão

mjfsantos 20/11/2007 @ 16:49

Vila Nova Famalicão - Praça 9 de AbrilVila Nova Famalicão - Praça D. Maria IIVila Nova Famalicão - Rotunda de ÁguaVila Nova Famalicão - Paços do Conselho

Vila Nova de Famalicão (conhecida frequentemente apenas como Famalicão) é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 30 188 habitantes. Situa-se a uma altitude média de 97 metros.

É sede de um município com 201,85 km² de área e 127 567 habitantes (2001), subdividido em 49 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Braga, a leste por Guimarães, a sul por Santo Tirso e Trofa, a oeste por Vila do Conde e Póvoa de Varzim e a noroeste por Barcelos. Foi criado em 1835 por desmembramento de Barcelos e elevada à categoria de cidade em 1985.

A cidade em si resume-se nas palavras do cinéasta português Manoel de Oliveira: «Origens lendárias de Famalicão - centro de comunicação rodoviária e ferroviária, entre várias localidades do Norte. As alegres e pitorescas ruas. Acontecimentos registados nos jornais da terra. Edifício - hospital da Misericórdia, Câmara Municipal. Monumento a Camilo Castelo Branco. Casa de Camilo, em São Miguel de Ceide. Trabalho nos campos. Igrejas. Os arredores românticos. Indústrias de fiação e tecidos, de botões e de relógios (única na Península). Aspectos típicos: vindimas, malhadas, feira». Na própria filmografia do realizador, deparamo-nos, em 1941, com uma película dedicada à cidade de Famalicão.

(Texto: Wikipédia)

(Imagens:CM-VNF)

Cidade de Guimarães

mjfsantos 17/11/2007 @ 14:17

Guimarães - TouralGuimarães - Praça SantiagoGuimarães - Centro CulturalGuimarães - Castelo

 

Guimarães é uma cidade portuguesa situada no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave (uma das subregiões mais industrializadas do país), com uma população de 52 182 habitantes, repartidos por uma malha urbana de 23,5 km², em 20 freguesias e com uma densidade populacional de 2 223,9 hab\km². É sede de um município com 242,85 km² de área e 162 572 habitantes (2006), subdividido em 69 freguesias, sendo que a maioria da população reside na cidade e na sua zona periférica. O município é limitado a norte pelo município de Póvoa de Lanhoso, a leste por Fafe, a sul por Felgueiras, Vizela e Santo Tirso, a oeste por Vila Nova de Famalicão e a noroeste por Braga.

É uma cidade histórica, com um papel crucial na formação de Portugal, e que conta já com mais de um milénio desde a sua formação, altura em que era designada como Vimaranes

Guimarães é uma das mais importantes cidades históricas do país, sendo o seu centro histórico considerado Património Cultural da Humanidade, tornando-a definitivamente um dos maiores centros turísticos da região. As suas ruas e monumentos respiram história e encantam quem a visita.

A Guimarães actual soube conciliar, da melhor forma, a história e consequente manutenção do património com o dinamismo e empreendedorismo que caracterizam as cidades modernas.

Guimarães é muitas vezes designada como "Cidade Berço", devido ao facto aí ter sido estabelecido o centro administrativo do Condado Portucalense por D. Henrique e por seu filho D. Afonso Henriques poder ter nascido nesta cidade e fundamentalmente pela importância histórica que a Batalha de São Mamede, travada na periferia da cidade em 24 de Junho de 1128, teve para a formação da nacionalidade. Contudo, as necessidades da Reconquista e de protecção de territórios a sul levou esse mesmo centro para Coimbra em 1129.

Os "Vimaranenses" são orgulhosamente tratados por "Conquistadores", fruto dessa herança histórica de conquista iniciada precisamente em Guimarães.

(Wikipedia)

 

Guimarães - Igreja TabualedoGuimarães - D Afonso HenriquesGuimaraes - Edificio Martins SarmentoGuimarães - Vista do TouralGuimarães - Praça da Oliveira

Cidade de Fafe

mjfsantos 16/11/2007 @ 15:27

Fafe - Jardim do CalvárioFafe - CentroFafe - Casa da CulturaFafe - Câmara  Fafe - Praça 25 de Abril

 

Fafe é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, Região Norte e subregião do Ave, com cerca de 15 300 habitantes.

É sede de um município com 218,87 km² de área e 52 757 habitantes (2001), subdividido em 36 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho, a leste por Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto, a sul por Felgueiras e a oeste por Guimarães. É banhado pelo Rio Vizela.

Até 1840 o concelho tinha a designação de Montelongo ou Monte Longo.

 

Historial da cidade

            Fafe é uma jovem cidade do Minho, mas com origens antigas.     

   Por aqui andaram povos como os Lusitanos e os Romanos que deixaram marcas consideráveis, hoje pontos actrativos aos visitantes.

    Fafe é uma terra, pequena, mas com valor, pois possui inúmeros monumentos e agradáveis espaços verdes.

            Fafe é também conhecida pelo lema “ Com Fafe ninguém fanfe”, lema esse que apareceu quando, há muitos anos atrás, se fez justiça a favor do Visconde Moreira de Rei. Nesse tempo, como agora, o lema provoca um sorriso de simpatia por todos os fafenses. Talvez por isso e por ser uma pequena cidade que tão bem acolhe os visitantes, Fafe foi e ainda é considerada a SALA DE VISITAS DO MINHO

           Fafe é uma cidade recente, mas que, como povoação, existe desde o Séc. XIII, sendo apenas uma freguesia do conselho de Montelongo o qual recebeu o foral do Rei D. Manuel em 5 de Novembro de 1513. Esta freguesia desde muito cedo, iniciou o seu desenvolvimento. Assim em 1836 torna-se sede de conselho e quatro anos mais tarde sobe à categoria de Vila, tomando para designação o nome Fafe em desfavor do nome Montelongo. Este Topónimo surge como que por homenagem às duas famílias mais poderosas da região ( Egas Fafe e Dom Fafes Serafins).

          É nesta altura, com cerca de 10.282 habitantes que Fafe começa o seu verdadeiro desenvolvimento. Durante o próximo século a sua população aumenta. Torna-se uma Vila que vive à base da indústria têxtil, da agricultura e dos serviços. Em 1980 já tinha 48.000 habitantes, 36 freguesias e era uma Vila bastante desenvolvida. Passando então, por mérito próprio à categoria de Cidade.

         O continuado desenvolvimento da cidade deve-se aos autarcas, como também à sua população, visto ser esta uma das principais responsáveis por toda a evolução da nossa terra pois sempre se preocupou em trabalhar quer na agricultura ( no seu inicio), quer nos outros ramos, indústria e comercio (mais recentemente ) para que a nossa terra enriquecesse tanto a nível financeiro, como a nível cultural.

         Fafe é agora uma terra relativamente desenvolvida, mas que tem na memória o seu passado e as suas origens.  

Cidade de Bragança

mjfsantos 04/11/2007 @ 16:52

Bragança - PostalBragança é um distrito do nordeste de Portugal, pertencente à província tradicional de Trás-os-Montes e Alto Douro. Limita a norte e a leste com Espanha (províncias de Ourense, Zamora e Salamanca), a sul com o Distrito da Guarda e com o Distrito de Viseu e a oeste com o Distrito de Vila Real. Sua área soma 6608 km², sendo assim o quinto maior distrito português, habitado por uma população de 148 808 habitantes (dados de 2001). A sede do distrito é a cidade de Bragança.

Cidade de Viana do Castelo

mjfsantos 04/11/2007 @ 11:41

Viana do Castelo - VistaMunicípio Municipio do litoral português, pertencente ao distrito de Viana do Castelo, compreendendo 40 freguesias (Afife, Alvarães, Amonde, Anha, Areosa, Barroselas, Cardielos, Carreço, Carvoeiro, Castelo do Neiva, Chafé, Darque, Deão, Deocriste, Freixieiro de Soutelo, Geraz do Lima-Santa Leocádia, Geraz do Lima-Santa Maria, Lanheses, Mazarefes, Meadela, Meixedo, Montaria, Moreira de Geraz do Lima, Mujães, Neiva, Nogueira, Outeiro, Perre, Portela Susã, Portuzelo, Serreleis, Subportela, Torre, Viana do Castelo-Monserrate, Viana do Castelo-Santa Maria Maior, Vila Franca, Vila Fria, Vila Mou, Vila de Punhe e Vilar de Murteda). Em termos demográficos, a população, em 1991, era constituída por cerca de 83 100 residentes para uma área bruta de 316 km2 e a variação da população residente entre 1960 e 1991 foi de 10%.

A economia municipal assenta na pesca, reparação e construção naval, actividades portuárias, agro-pecuária, silvicultura, indústria alimentar, comércio retalhista, serviços públicos e privados (banca e seguros) e no turismo (restauração e hotelaria), destacando-se ainda o papel da administração local.

Localizada na margem direita da foz do rio Lima, a norte da cidade de Esposende e a noroeste da cidade de Braga, a cidade de Viana do Castelo é sede de município e registava uma população de cerca de 9000 residentes em 1991. O limite da cidade circunscreve-se às freguesias de Viana do Castelo-Monserrate e Viana do Castelo-Santa Maria Maior.

Património

O património edificado mais significativo inclui a sé (do século XV, modificada nos séculos XVIII e XIX), o santuário de Santa Luzia (do século XX, românico-bizantino), a Misericórdia (com magnífica azulejaria), a torre da Roqueta, os paços do concelho (ambos medievais), o palácio dos Távoras (do século XVI), o castelo da Barra (do século XVII), a capela da casa da Praça (do período barroco), a ponte (do século XIX, construída pelos engenheiros de Eiffel), e a citânia de Santa Luzia. O litoral atlântico e rio Lima constituem os elementos mais significativos do património natural.

História

A região foi habitada desde tempos remotos como o comprovam os vestígios (castrejos) existentes.

O povoamento foi incentivado por foral de Afonso III em 1258 (à altura existia apenas uma pequena póvoa de pescadores). Na época, era designada por Viana da Foz do Lima.

Em 1374 já estava fortificada e conhecia grande progresso, através das actividades ligadas ao mar. Mais tarde, os vianenses estariam na primeira linha dos Descobrimentos e do estabelecimento de colónias portuguesas pelas várias partes do mundo conhecido.

Teve foral novo manuelino em 1512.

O topónimo actual surgiu com a elevação a cidade concedida pela rainha D. Maria II em 1847.

Cidade Vila Real

mjfsantos 03/11/2007 @ 13:26

Vila Real - Vista ParcialVila Real é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Vila Real, na Região Norte e subregião do Douro, com cerca de 25 000 habitantes (37 000 no seu perímetro urbano). Crescida nas confluências dos rios Corgo e Cabril, a cidade está enquadrada numa bela paisagem natural que tem como pano de fundo as serras do Marão e Alvão. Ao longo de mais de setecentos anos de existência, Vila Real ganhou os contornos que tem hoje, uma cidade de belos monumentos, onde se destacam os templos e as casas nobres, com os seus brasões bem à vista, algo que levou a que, outrora, fosse conhecida como a Corte de Trás-os-Montes.

É sede de um município com 377,67 km² de área e 49 957 habitantes (2001), subdividido em 30 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Ribeira de Pena e de Vila Pouca de Aguiar, a leste por Sabrosa, a sul pelo Peso da Régua, a sudoeste por Santa Marta de Penaguião, a oeste por Amarante e a noroeste por Mondim de Basto.