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Categoria: Tâmega

Ribeira de Pena

mjfsantos 26/12/2007 @ 13:17

Ribeira de Pena - VistaRibeira de Pena - VistaRibeira de Pena - IgrejaRibeira de Pena - Casa da Ribeira

(Fotos: Portuguese_eyes)



 HISTÓRIA

O concelho de Ribeira de Pena proporciona ao visitante múltiplas leituras da sua história, pela exploração de um percurso civilizacional da pré-história até aos nossos dias.

Da Pré- História à Romanização...
O povoamento inicial era pouco significativo, não ultrapassando a sedentarização de pequenos grupos de carácter familiar, que se terão fixado apenas com o objectivo de encontrarem alimentos e abrigo. O que sabiam estas gentes, aplicaram-no no lugar de Lamelas, ao marcarem o granito com figuras geométricas e símbolos antropomórficos, numa tradição que se prolongou até a idade do Ferro.

As terras férteis da região, propícias ao desenvolvimento da agricultura e da pastorícia, favoreceram a progressiva fixação dos povos que por aqui passaram, permitindo um conhecimento mais alargado sobre o povoamento de Ribeira de Pena. Posteriormente, testemunhos da presença romana, espalhados um pouco por todo o concelho, evidenciam uma organização do território e das suas estruturas rurais, nomeadamente através da construção de pontes, abertura de vias e novos modos de cultivar a terra.

Da Idade Média à Idade Contemporânea...
Ribeira de Pena, povoação antiga e anterior à fundação da monarquia, só em 29 de Setembro de 1331 os seus moradores receberam, do rei Afonso IV, o 1° foral para ali fazerem "pobra" (povoamento). Posteriormente, o território designado por "Terra de Pena" foi domínio senhorial de D. Nuno Álvares Pereira, da Casa de Bragança e da Casa Azevedo até 1517, ano em que D. Manuel I lhe concedeu novo foral, fazendo reverter para a Coroa os direitos de jurisdição: rendas, foros e pensões.

Em 1853, o concelho de Cerva, antigo município com foral outorgado por D. Manuel I em 1514, foi extinto. Como consequência, o território ribeirapenense foi alargado, dele passando a constar seis freguesias: Salvador, Sto. Aleixo de Além-Tâmega, Sta. Marinha e Cerva, Limões e Alvadia, cuja sede se localizava no lugar de Venda Nova (Largo do Pelourinho).

Em 1895, foi-lhe anexado a freguesia de Canedo, que pertencera ao concelho de Boticas, ficando assim constituído o território com a configuração que actualmente mantém e com sede na freguesia de Salvador.

(cm-rpena)



Ribeira de Pena - Brasão

Ribeira de Pena é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Vila Real, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 2 600 habitantes.

É sede de um município com 217,66 km² de área e 7 412 habitantes (2001), subdividido em 7 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Boticas, a leste por Vila Pouca de Aguiar, a sul por Vila Real, a sudoeste por Mondim de Basto e a oeste por Cabeceiras de Basto. O feriado municipal celebra-se a 16 de Agosto.

(wikipedia)



Mondim de Basto

mjfsantos 25/12/2007 @ 00:03

Mondim de Basto - CentroMondim de Basto - JardimMondim de Basto - VilaMondim de Basto - CruzeiroMondim de Basto - Vila

(Fotos: O Leme)



Mondim de Basto - Brasão

Mondim de Basto é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Vila Real, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 3 500 habitantes.

É sede de um município com 171,87 km² de área e 8 574 habitantes (2001), subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Ribeira de Pena, a sueste por Vila Real, a sudoeste por Amarante, a oeste por Celorico de Basto e a noroeste por Cabeceiras de Basto.

Forma a unidade subregional das Terras de Basto juntamente com os concelhos de Celorico de Basto, Cabeceiras de Basto e Ribeira de Pena.

(Wikipedia)


Cidade de Penafiel

mjfsantos 13/12/2007 @ 12:05

Penafiel - Quinta da AveledaPenafiel - Jardim da Praça da RepúblicaMosteiro de Paço de SousaPenafiel - Igreja Mosteiro S. Salvador em Paçoo de Sousa

 

(Fotos: cm-penafiel)




Penafiel - Brasão

Penafiel é uma cidade portuguesa no Distrito do Porto, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 9 343 habitantes.

É sede de um município com 212,82 km² de área e 83 881 habitantes (2001), subdividido em 38 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Lousada, a nordeste por Amarante, a leste por Marco de Canaveses, a sul por Castelo de Paiva e a oeste por Gondomar e Paredes. Penafiel está situada no topo e encostas de uma pequena colina (Arrifana),entre o rio Sousa e o rio Cavalum afluentes do lado esquerdo do rio Douro.

Penafiel foi em tempos diocese, e actualmente permanece como um dos principais eixos urbanos da região de Vale do Sousa e Tâmega. Esta cidade fica situada a 30 quilómetros a leste da cidade do Porto. É uma cidade muito antiga, dado que é a 2ª cidade mais antiga do norte do país.

História

Até ao reinado de D. José I, era conhecida como Arrifana de Sousa; por carta régia de 3 de Março de 1770, viu a sua designação alterada para Penafiel, e ser elevada a cidade. Também nesse ano foi, por bula do Papa Clemente XIV, erecta em sede da diocese do mesmo nome, ao mesmo tempo que a diocese de Pinhel; porém, teve curta duração, e apenas se conta um bispo na sua breve existência.

As 38 freguesias do concelho são na sua grande maioria bastante industrializadas, embora outras apresentem ainda um cunho bastante rural, tem também aldeias rurais preservadas. Aldeias que se apresentam com casas feitas com pedras de pequena dimensão, lascas de granito, material muito abundante na localidade até porque Penafiel é uma zona de extracção de granito e com os beirais dos telhados em xisto. Há cerca de 100 anos a grande maioria das casas tinham tectos exclusivamente feitos de xisto, no entanto e com o surgir de novos materiais e com a progressiva modernização esta tradição tem sido abandonada em detrimento telha comum, sendo que actualmente o xisto só aparece nos beirais.

A origem do nome Penafiel é diferente em diversas lendas, sendo no entanto a mais comum a que afirma que a origem do nome surgiu de fortificações existentes na localidade. Quando se deu a fundação da cidade, erguiam-se aqui dois castelos: um deles situava-se junto ao rio Sousa, a norte do seu leito, e chamava-se Castelo de Aguiar de Sousa; O segundo na margem sul denominava-se castelo da Pena (Pennafidelis). Atacado diversas vezes pelos mouros, esta última fortificação nunca se rendeu, o que lhe valeu o épiteto de "fiel" passando assim a ser conhecida por Castelo de Penafiel.

Apesar deste episódio, a povoação manteve durante séculos a sua antiga designação Arrifana de Sousa. Quanto à proveniência do nome Arrifana persistem dúvidas sobre se terá origem árabe ou se estará ligado ao nome de Arriana, filha do Ermenegildo Gonçalves e de D. Mumadona Dias. Após a morte do pai, Arriana herdou esta terra de que foi senhora no século X. Diversos terrenos da região foram também propriedade de D. Mafalda na primeira metade do século XIII.

O inicio da paróquia de Arrifana de Sousa data do século XVI. No mesmo século, em 1519, o rei Manuel I de Portugal concede-lhe carta de foral, sem, contudo, a elevar a Vila, o que só viria a acontecer no reinado de João V de Portugal por decreto de 7 de Outubro de 1741.

Uma lei do rei José I de Portugal datada de 17 de Março de 1770, altera finalmente o topónimo da localidade para Penafiel e confere-lhe a categoria de cidade.

Ainda em 1770, é criada uma bula do Papa Clemente XIV, que criou a diocese de Penafiel, que foi assim separada eclesiasticamente da diocese do Porto. Foi nomeado bispo o carmelita Dom Frei Inácio de São Caetano, confessor de Maria I de Portugal, que na altura era ainda princesa do Brasil. Por se encontrar junto da futura rainha o bispo nunca chegou a administrar a diocese. D. Maria I quando foi eleita rainha convenceu o Frei a renunciar ao bispado e em 1778 o Papa Pio VI extingue a diocese, incorporando-a de novo na do Porto.

(Wikipedia)


Cidade de Paços de Ferreira

mjfsantos 12/12/2007 @ 08:27

Paços Ferreira - Vista AéreaPaços Ferreira - Mosteiro de FerreiraPaços Ferreira - Jardim MunicipalPaços Ferreira - Igreja RaimondaPaços Ferreira - Igreja Matriz

Conhecido a nível nacional como a “Capital do Móvel”, Paços de Ferreira afirma-se, economicamente, através de uma dinâmica actividade industrial que tem vindo a fazer crescer os índices demográficos concelhios. Diversificada na especificidade dos produtos e na dimensão das explorações, a indústria do mobiliário tem-se vindo a afirmar pela qualidade e pela capacidade de satisfação de encomendas e por uma agressiva estratégia de marketing de que são exemplo a criação de grandes espaços de exposição e de uma grande Feira anual de mobiliário.
De uma indústria tradicional, o mobiliário de Paços de Ferreira tem-se transformado, com os tempos, numa actividade moderna e competitiva, a que não falta a preocupação de inovação como o provam os sucessivos concursos de design e o recurso a nomes tão sonantes como Siza Vieira.
Mas se o mobiliário é, hoje em dia, a imagem de marca do concelho de Paços de Ferreira, não se deverá deixar de considerar a importância da indústria têxtil, uma produção significativa do concelho.
Mas se o concelho de Paços de Ferreira se afirma, nos dias de hoje, pela sua modernidade e pelo seu dinamismo económico, ele mantém pergaminhos históricos evidentes, fundamento de uma identidade cultural inegável. E algumas estruturas culturais como o Museu Municipal, o Museu da Citânia de Sanfins e a própria Citânia, afirmam os valores patrimoniais do concelho muito para além das suas fronteiras.
É de facto na cultura castreja que Paços de Ferreira, através de Sanfins, afirma hoje um predomínio a nível nacional. Mercê da exis¬tência de uma estância arqueológica invulgar e do estudo cuidado e persistente de diversos arqueólogos ao longo do século XX, Sanfins tornou-se o expoente máximo na cultura castreja do noroeste peninsular.
Integrada nas Terras de Sousa, na Alta Idade Média, o território da actual Paços de Ferreira teve, durante séculos, no Mosteiro de Ferreira a sua maior influência.
Situado numa zona de transição, ligado simultaneamente ao interior e ao litoral, com a identidade do Douro a exercer uma influência marcante, o actual território de Paços de Ferreira cresceu ao longo de séculos integrado nas mais diversificadas unidades civis, jurídicas e religiosas. Os concelhos de Refojos de Riba d’Ave e de Aguiar de Sousa congre¬garam a maior parte das freguesias que hoje constituem o concelho, com uma forte ligação jurídica à comarca do Porto e a divisão entre os bispados de Braga e do Porto.
O concelho, tal como o conhecemos hoje, foi definido no século XIX, no decurso da reforma administrativa liberal que reorganizou o país, extinguindo cerca de 700 municípios e dando origem ao mapa administrativo que ainda hoje nos rege. É através do Decreto 6 de Novembro de 1836, assinado por D. Maria II, que se define a constituição dos novos concelhos e surge na extensa listagem o concelho de Paços de Ferreira.
O surgimento do novo concelho aparece numa altura em que a actividade essencial da sua população era a agricultura, complementada com algumas actividades artesanais em que a cestaria, a tanoaria, os teares, as moagens, os tamanqueiros, os funileiros e os fogueteiros se destacavam.
No decurso do século XIX os chamados “brasileiros” de torna-viagem vão desempenhar um papel extremamente importante em Paços de Ferreira, pelo capital que introduzem na economia local e pela influência política que assumem no novo concelho.
A pouco e pouco, muito mercê do mercado próximo do Porto e dos acessos fáceis àquela cidade, vão aumentando e proliferando os pequenos ofícios, lentamente transformados em fábricas. E o trabalho da madeira é, em Paços de Ferreira, uma actividade que radica nesta incipiente actividade industrial do final do século XIX. Já em 1920, em Freamunde, existia uma importante Fábrica de Mobiliário Escolar, anunciadora de uma pujança industrial que a segunda metade do século XX veio a confirmar.
Após a Revolução de Abril e a imposição do Poder Local, o concelho de Paços de Ferreira pôde aproveitar as condições colocadas à sua disposição, criando as infra-estruturas modernas es¬senciais à qualidade de vida das suas populações.
Paços de Ferreira tem o feriado principal a 6 de Novembro, comemorando o dia de 1836 em que a rainha D. Maria II assinou o decreto de constituição do concelho de Paços de Ferrei¬ra. No ano de 1993, a 20 de Maio, a Assembleia da República aprova por maioria a passagem de Paços de Ferreira a Cidade.

(Fonte:cm-pacosferreira.pt)



Paços Ferreira - Brasão

Paços de Ferreira é uma cidade portuguesa no Distrito do Porto, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 6 000 habitantes.

É sede de um pequeno município com 72,65 km² de área e 52 985 habitantes (2001), subdividido em 16 freguesias. O município é limitado a leste pelo município de Lousada, a sul por Paredes, a sudoeste por Valongo e a oeste e norte por Santo Tirso. Até ao liberalismo constituía o Couto de Paços de Ferreira. Tornou-se concelho em 1836, sucedendo ao Concelho de Sobrosa.

O município foi criado a 6 de Novembro de 1836, e a sede concelhia foi elevada a cidade em 20 de Maio de 1993.

(Wikipedia)



Capital do Móvel

 


O Concelho de Paços de Ferreira afirmou-se, durante os últimos 20 anos, como a Capital do Móvel em Portugal. Já acolheu a 1ª Bienal Internacional de Design de Mobiliário.
Paços de Ferreira é hoje o maior centro de negócios de mobiliário do país e da Galiza, centralizando-se aqui o escoamento de grande parte da produção nacional de móveis.
Com uma área de exposição instalada de cerca de 1 milhão de metros quadrados, Paços de Ferreira é o dínamo do sector do mobiliário em Portugal, contando também com uma importante actividade industrial ao nível da produção.
O próprio Instituto de Comércio Externo de Portugal considera que a indústria de mobiliário é a que mais tem contribuído para o equilíbrio das exportações e para o estancamento da crise.

O fio da História

Em Paços de Ferreira esta indústria nasceu do embrião do mobiliário escolar.
O objectivo do notável pacense Albino de Matos era introduzir em Portugal um método de ensino especial, a partir da reforma do mobiliário escolar, substituindo o que considerada mobiliário desproporcionado e anti-higiénico por novos modelos revolucionários, cujos preceitos higiénicos e pedagógicos eram prioridade.
Professor primário e emi¬nente pedagogo, revolucionou de uma forma patriótica, todos os esta¬belecimentos de ensino oficial e particular, quando em 1920 decide espalhar em Portugal este método nas escolas infantis, primárias e liceais.
Depois, vieram os Dons de Froebel, os contadores, as caixas métricas popularizadas sob a designação “Albino de Matos”, as colecções de todos os sólidos e medidas várias, necessários para o ensino da geometria, o metro articulado e os entretenimentos úteis para as crianças, escrupulosamente executados segundo o sis¬tema do grande professor que os inventou.
Assim surge a Albino Matos, Sucrs, Lda., em Freamunde, e bastaram três anos para que a solução para responder ao crescente volume de pedidos foi a fusão com uma outra fábrica, também de Freamunde, a Pereira & Barros, Lda..
Da união resultou a designação de Albino de Matos, Pereiras & Barros, Lda., a primeira indús¬tria instalada no Concelho de Paços de Ferreira, pioneira da indústria de marcenaria, que executava com perfeição o mobiliário escolar, criando nas suas instalações uma verdadeira escola de formação de operários e técnicos especializa¬dos, muitos dos quais viriam a estabelecer-se por conta própria e dar origem ao início de uma rede de empresas de mobiliário que hoje torna a Capital do Móvel, como o Concelho de maior significado na indústria nacional de mobiliário.

(Fonte: cm-pacosferreira)



Cidade de Paredes

mjfsantos 11/12/2007 @ 10:16

Paredes - Vista da Cidade



Paredes - Brasão

Paredes é uma cidade portuguesa no Distrito do Porto, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 7 300 habitantes.A cidade de Paredes fica na freguesia de Casteloes de Cepeda. É sede de um município com 156,56 km² de área e 85 428 habitantes (2004), subdividido em 24 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Paços de Ferreira, a leste por Lousada e por Penafiel, a sudoeste por Gondomar e a oeste por Valongo.Fica na comunidade urbana do Vale do Sousa.

O concelho foi criado em 1836, sucedendo, em grande parte, ao antigo concelho de Aguiar de Sousa. Presentemente o município de Paredes tem quatro cidades:Paredes, Gandra, Rebordosa e Sao Salvador de Lordelo.

História da Cidade de Paredes

Paredes integra-se numa das regiões mais prósperas e paisagisticamente interessantes de Portugal:o Vale do Sousa, O actual Concelho de Paredes assenta No antigo concelho de Aguiar de Sousa que data dos primórdios da Monarquia. O concelho de Aguiar de Sousa surgiu num pacto de povoamento de Vale do Sousa tendo sido criado pelos meados do século XII. De facto, consta nas inquirições de 1258 mandadas fazer por D. Afonso III, conforme consta no fasciculo II, Vol.I, do Corpus Codicum Latinorum, referem-se algumas das actuais freguesias do Concelho de Paredes, pertencentes, ao então, grande julgado de Aguiar de Sousa (Estremir, Crestelo, Vilela, Bendoma, Ceti, Gondalães, Veiri, Gandera...). Aguiar de Sousa recebeu foral em 1269, confirmado em 1411 por D.João I e reiterado por D. Manuel I em 1513. Sensivelmente na mesma altura, Balta recebia também a categoria de concelho.Baltar foi elevada a categoria de vila, passando assim, a ter enormes direitos, só comparáveis às maiores povoações do reino. D. João V, a 6 de Março de 1723, confirmou esses privilégios.

Extinto em 1837, o concelho de Baltar era constituído por 9 freguesias: Baltar, Cête, Vandoma, Astromil, Gandra, Sobrado, S. Martinho do Campo, Rebordosa e Lordelo. À excepção de Sobrado e S. Martinho de Campo, que actualmente fazem parte de Valongo, todas as outras seriam posteriormente integradas no concelho de Paredes. Foi por volta do séc. XVIII que o pequeno lugar de Paredes, integrado na freguesia de Castelões de Cepeda, foi ganhando importância. Assim, em finais do séc. XVIII, já existiam os Paços do Concelho e o pelourinho. Paredes tinha então o aspecto de uma verdadeira cidade, embora nem sequer tivesse a categoria de vila.

Em 1821 Aguiar de Sousa era extinto como concelho e grande parte das suas freguesias eram anexadas a Paredes. Com a criação do concelho de Paredes, não só se extinguiu o de Aguiar de Sousa, com ainda o de Baltar, Louredo e Sobrosa que emergiram da crise liberal e tiveram duração pouco superior a dois anos. O concelho de Paredes foi criado por Passos Manuel apenas em 6 de Novembro de 1836, como resultado do reordenamento que ocorreu com a entrada da Constituição de 1820. Nesta data passou a conter algumas das freguesias do extinto concelho de Aguiar de Sousa, englobando um total de 23 freguesias. Em 1855, dos vários lugares da freguesia da Sobreira criou-se a freguesia de Recarei.

Com esta configuração, Paredes passou a vila em 7 de Fevereiro de 1844, data do Alvará Régio de D. Maria II que elevava Paredes a essa categoria, com os correspondentes direitos e deveres por "a mesma povoação possuir os necessários elementos para sustentar com dignidade a categoria de vila". A partir de 20 de Junho de 1991, Paredes ascendeu a categoria de cidade Decorria o ano de 1988, e o Presidente da Câmara apresentava na Assembleia Municipal uma proposta no sentido de entregar às entidades competentes o processo de pedido formal de elevação da vila de Paredes à categoria de cidade. O Processo foi moroso mas 3 anos decorridos o sonho de todos os Paredenses foi concretizado.

(Wikipedia)



Cidade de Marco de Canaveses

mjfsantos 10/12/2007 @ 15:15

Marco de Canaveses - IgrejaMarco de Canaveses - Brasão

O Marco de Canaveses é uma cidade portuguesa no Distrito do Porto, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 9 042 habitantes. É concelho desde 1852.

É sede de um município com 202,02 km² de área e 52 419 habitantes (2001), subdividido em 31 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Amarante, a leste por Baião, a sul por Cinfães, a sudoeste por Castelo de Paiva e a oeste por Penafiel.

É a cidade de nascimento de Carmem Miranda.

(Wikipédia)



Marco de Canaveses - Câmara

Marco de Canaveses - Alameda

Marco de Canaveses - Fonte

Marco de Canaveses - Rotunda dos Bombeiros

(Fotos: cm-marco-canaveses.pt)



Lousada

mjfsantos 09/12/2007 @ 11:20

Lousad - Paços do ConselhoLousada - Andor Nossa Senhora da Aparecida

(Fotos: SOAD KoRn)




Lousada - Brasão

Lousada é uma vila portuguesa no Distrito do Porto, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 7 800 habitantes.

É sede de um pequeno município com 94,89 km² de área e 46 322 habitantes (2004), subdividido em 25 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Vizela, a nordeste por Felgueiras, a leste por Amarante, a sul por Penafiel, a sudoeste por Paredes e a oeste por Paços de Ferreira e Santo Tirso. As freguesias sede do concelho são Silvares e Cristelos.[1]

No contexto de políticas sub-regionais de desenvolvimento e de mobilidade, é membro da Comunidade Urbana (ComUrb) do Vale do Sousa, constituída por 6 municípios, que no seu total contabilizam cerca de 327 800 habitantes.[2]

O concelho de Lousada é um município fortemente industrializado, de modo particular na indústria têxtil. No entanto, tal facto não impede de possuir ainda um cariz profundamente agrícola, sobretudo no domínio dos vinhos verdes e lacticínios, com a existência de várias empresas agro-indústriais bastante desenvolvidas tecnologicamente.

Apesar da pequena dimensão, Lousada caracteriza-se pela forte aposta em modalidades com pouco relevo no panorama nacional, como o automobilismo ou o hóquei em campo, indo assim além do "tradicional" futebol.

História

Desde tempos imemoriais que se sabe que o local onde actualmente se encontra o concelho de Lousada é uma região habitada. A natureza em extensão, plena de terrenos férteis deixava adivinhar a passagem de muitos povos nómadas que, atraídos pelos verdejantes espaços, se teriam fixado em busca de abrigo, segurança e sobrevivência. Estas são terras onde abunda a água e a floresta. Por todo o lado existem bosques onde a caça fornece o alimento necessário e a madeira, juntamente com a pedra que se encontra sempre à mão, era utilizada para a construção de casas e fortificações edificadas nas colinas de média altitude.

Uma das mais antigas referências ao actual espaço do concelho de Lousada remonta ao século VI, quando Meinedo foi sede da diocese do Porto. Alguns séculos mais tarde, em 17 de Janeiro de 1514, Lousada recebeu de D. Manuel I a carta de foral e categoria de vila.[1]

Em 1708, o concelho de Lousada tinha 12 freguesias, aumentando esse número para 18 em 1758, sendo, por essa altura, sede do concelho de S. Miguel de Silvares. Em 1835, deu-se a grande reforma administrativa de Portugal que dividiu a administração judicial em distritos. No âmbito dessa reforma, foi constituído o julgado de Barrosas que compreendia, entre outros, o concelho de Lousada. Em 1836, uma nova reforma administrativa extinguiu o concelho de Lousada, situação que se manteve até 1838, data em que foi de novo instituído. Após a desintegração de vários concelhos, entre os quais o de Santa Cruz de Riba Tâmega, e a anexação de freguesias de outros concelhos, Lousada é actualmente constituído por 25 freguesias.

Economia

Integrado num zona bastante fértil para a actividade agrícola, Lousada desenvolveu primeiramente as actividades relacionadas com a agro-pecuária, que estão na base do desenvolvimento económico do concelho, sendo inclusive o único sector económico representado no brasão do concelho, com o milho e a vinha. Outros produtos importantes são o centeio, o feijão, o melão e a batata. Também é típica a criação de gado, que é feita sobretudo para a produção de leite.

Na indústria, os sectores mais desenvolvidos são o calçado, as confecções, o mobiliário, a construção civil e as serrações. Destas, realça-se a industria de Vestuário, que oferece 46,3% do trabalho em Lousada.[4]

Quanto ao sector terciário, do comércio e serviços, destacam-se os serviços bancários e as seguradoras. Este é, tal como se verifica em concelhos vizinhos e até mesmo no País, o sector em maior crescimento nos últimos anos.

 

Desporto

Existe um pouco por todo o concelho diversos clubes e associações desportivas onde se praticam várias modalidades, sendo as duas mais importantes os desportos motorizados (automobilismo e motociclismo) e o futebol. No entanto, também o hóquei em campo, o hóquei em patins, o futebol de salão, a natação, o polo aquático, o basquetebol e o ciclismo são praticados e têm uma popularidade considerável.

Lousada possui várias instituições desportivas, entre as quais de destacar a Associação Desportiva de Lousada e o Clube Automóvel de Lousada. A primeira é uma colectividade ligada essencialmente ao futebol, mas também com outras secções como o hóquei em campo. O segundo está ligado ao automobilismo e é talvez o grupo lousadense mais reconhecido a nível nacional, cabendo a ele a organização de várias provas de cariz regional, nacional e até internacional no Eurocircuito da Costilha. De entre as variadas competições que já passaram pelo Eurocircuito, destaca-se o Rali de Portugal e os Europeus e Mundiais de Rallycrosse.

Nos últimos anos foi criado e sucessivamente ampliado o Complexo Desportivo de Lousada, um centro desportivo considerado de alta qualidade tanto a nível nacional, como internacional. Possui o Estádio Municipal de Hóquei em campo e o de futebol, e ainda vários campos multifuncões. Mais recentemente, foi anunciada a criação de uma zona específica para a prática de ténis denominada "Lousada Ténis Atlântico". Terá 19 courts: sete em pó de tijolo, sete sintéticos, dois em relva sintética e três em padel. Este projecto é apoiado pela Federação Portuguesa de Ténis e a Real Federação Espanhola de Ténis.[5]

Lousada é também sede nacional de Jissen Karaté, localizada na Academia Daitoshin. Esta organização já possui várias presenças em provas internacionais, tendo inclusivé conquistando alguns títulos europeus da modalidade. Alguns dos seus atletas garantiram também recentemente lugar no Mundial de 2008, a realizar-se no Japão.

Cultura

Lousada é actualmente sede de uma companhia de teatro, a Jangada Teatro. Esta tem vindo a aumentar a sua actividade nos últimos tempos, organizando alguns espectáculos no concelho e participando também em festivais noutras zonas do país.[9]

Anualmente, são organizados diversos festivais em vários pontos do concelho. Entre os mais importantes, destaca-se o Festival de Artes do Espectáculo de Lousada (FOLIA), que em 2007 tem a sua 7ª edição.

 

Gastronomia

Os principais pratos característicos do concelho de Lousada são à base de produtos animais, como a carne. Entre os mais conhecidos, destacam-se o carneiro ou cabrito assado e o arroz de forno. O cozido à portuguesa é geralmente o prato usado em festas e acontecimentos especiais, sendo usado em em qualquer época do ano. São também de destacar os rojões, o sarrabulho, a sopa seca e o basulaque.

Na doçaria, os bolinhos de amor e os rosquilhos são os doces mais famosos.

(Wikipedia)



Lousada - Cruzeiro Santa Margarida

Lousada - Igreja S Miguel

Lousada - Rio Macieira

Lousada - Parque da Macieira

(Fotos: cm-lousada)



Cidade de Felgueiras

mjfsantos 08/12/2007 @ 12:02

Felgueiras - Paços do ConselhoFelgueiras - CentroFelgueiras - Ponte do ArcoFelgueiras - Mosteiro do PombeiroFelgueiras - Vila Ronana de Sendim

(Fotos: cm-felgueiras)



Felgueiras - Brasão

 

Felgueiras é uma cidade portuguesa no Distrito do Porto, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 15.525 habitantes, inserida na freguesia de Margaride. É sede de um município com 115,62 km² de área e 57 595 habitantes (2001), subdividido em 32 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Fafe, a nordeste por Celorico de Basto, a sueste por Amarante, a sudoeste por Lousada e a noroeste por Vizela e Guimarães.

Existem duas cidades englobadas no municipio: Felgueiras e Lixa.

História

A primeira referência histórica a Felgueiras data de 959, no testamento de Mumadona Dias, quando é citada para identificar a vila de Moure: "In Felgaria Rubeans villa de Mauri". Felgueiras deriva do termo felgaria, que significa terreno coberto de fetos que, quando secos, são avermelhados (rubeans). Havendo quem afirme que o determinativo Rubeans se deve a que o local foi calcinado pelo fogo.

Existem historiadores que afirmam que Felgueiras recebeu foral do conde D. Henrique. No entanto, apenas se conhece o foral de D. Manuel a 15 de Outubro de 1514. No entanto, já em 1220, a terra de Felgueiras contava com 20 paróquias (conhecidas hoje em dia como freguesias) e vários mosteiros e igrejas. Em 1855, ao ser transformada em comarca, Felgueiras ganhou mais doze freguesias.

Em 13 de Julho de 1990 Felgueiras foi elevada à categoria de cidade.

(wikipedia)



Baião

mjfsantos 07/12/2007 @ 15:15

Baião - Serra (Cruzeiros)Baião - Rio DouroBaião - MonumentoBaião - Casa de Eça Queiroz

(fotos: cm-baiao)



Baião - Brasão

Baião é uma vila portuguesa no Distrito do Porto, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 2 800 habitantes.

É sede de um município com 175,71 km² de área e 22 355 habitantes (2001), subdividido em 20 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Amarante, a leste pelo Peso da Régua e por Mesão Frio, a sul por Resende e Cinfães e a oeste pelo Marco de Canaveses.

História

Na passagem da Alta para a Baixa Idade Média, dá-se a formação da Terra de Baião, que era dominada por um castelo: o Castelo de Matos, antigo Castelo de Penalva. A Terra de Baião é a origem da família nobre dos Baiões, descendentes de D. Arnaldo (trisavô de Egas Moniz, aio de D. Afonso Henriques), um guerreiro que veio combater os Mouros na península Ibérica, por volta de 985. As terras de Baião foram-lhe concedidas como prémio pela sua bravura, pelo rei de Castela. Alguns historiadores pensam que D. Arnaldo seria um guerreiro alemão que perdeu o seu ducado numa guerra; outros, que seria um cavaleiro de Bayonne, filho de um rei de Itália e neto de um rei de França, e que seria essa a origem do nome de Baião.

Mais tarde, D. João I deu as terras de Baião a um parente do Condestável, D. Nuno Álvares Pereira. Tendo voltado à Coroa no tempo de D. João II, Baião recebeu foral de D. Manuel I, em 1513.

 

Pré-História

Embora na Serra da Aboboreira tenha sido achado «um uniface talhado num calhau rolado de xisto» do Paleolítico Inferior (cerca de 30000 a.C.), terá sido no V ou IV milénio a.C. (de 5000 a 4500 a.C, no Neolítico) que surgiram os primeiros povoados, em plataformas próximas de linhas de água. Os estudos arqueológicos que têm vindo a ser realizados nas serras da Aboboreira e do Castelo, desde 1978, revelaram, já, a existência de uma vasta necrópole megalítica, das maiores que actualmente se conhecem em território português, com cerca de 4 dezenas de mamoas identificadas. As origens culturais deste conselho devem-se à passagem e fixação de vagas migratórias, vindas do sul da Alemanha (da região de Hallstat). Os Celtas foram a primeira cultura, que de forma consistente, aqui se fixou. Castros, meníres e outros achados arqueológicos mostram que esta foi uma região de domínio Celta. A cultura Celta permaneceu sempre neste enclave do Marão, e ainda hoje se faz sentir a sua presença.

(wikipédia)



Cidade de Amarante

mjfsantos 06/12/2007 @ 15:07

Amarante - PonteAmarante - CidadeAmarante - Centro HistóricoAmarente - Mosteiro de S. GonçaloAmarante - À noite

(Fotos: cm-amarante)



Amarante - Brasão

Amarante é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito do Porto, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 11 261 habitantes, sendo assim a 81ª maior cidade do país, em termos demográficos.

É sede de um município com 299,25 km² de área e 61 029 habitantes (2004), subdividido em 40 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Celorico de Basto, a nordeste por Mondim de Basto, a leste por Vila Real e por Santa Marta de Penaguião, a sul por Baião, Marco de Canaveses e Penafiel, a oeste por Lousada e a noroeste por Felgueiras.

No contexto de políticas sub-regionais de desenvolvimento e de mobilidade, é membro da Comunidade Urbana (ComUrb) do Baixo Tâmega, constituída por 7 municípios, que no seu total contabilizam 198 058 habitantes em 2001, sendo Amarante também a sua capital.

O comércio e o serviços centram-se principalmente na cidade de Amarante e em Vila Meã, que constituem os dois principais núcleos urbanos do concelho. O actual presidente da Câmara Municipal de Amarante é Armindo Abreu, do Partido Socialista.

História

Amarante teve provavelmente a sua origem nos povos primitivos que habitaram a serra da Aboboreira (habitada desde a Idade da Pedra), embora se desconheça exactamente o nome dos seus fundadores. Contudo, só começou a adquirir importância e visibilidade após a chegada de São Gonçalo (1187-1259), nascido em Tagilde, Guimarães, que aqui se fixou depois de peregrinar por Roma e Jerusalém. A este santo se atribui a construção da velha ponte sobre o Rio Tâmega.

Amarante torna-se alvo de peregrinações e a povoação foi crescendo. Já no Século XVI, D. João III ordena a construção do Mosteiro de São Gonçalo sobre a capela junto à ponte sobre o Rio Tâmega, onde segundo a tradição São Gonçalo terá vivido e foi sepultado.

Em 1763, ocorre a derrocada da velha Ponte de São Gonçalo devido às cheias do Rio Tâmega. Nos anos seguintes foi reconstruída com o aspecto que ainda hoje apresenta.

No início do Século XIX, Napoleão Bonaparte tenta invadir Portugal e sobre Amarante passaram também estas invasões francesas, sendo palco do heróico episódio da Defesa da Ponte de Amarante que valeu ao General Silveira o título de Conde de Amarante e a própria vila de Amarante teve a honra de ser agraciada com o colar da Ordem Militar da Torre e Espada que reflecte no seu brasão municipal. Após este episódio criam-se planos para a reconstrução da vila, pois os franceses tinham incendiado quase a totalidade das casas.

As reformas liberais do séc. XIX reorganizaram administrativamente o território e em 1855 extinguiram-se os municípios de Gouveia, Gestaço e Santa Cruz de Ribatâmega, tendo o de Amarante recebido a maioria das suas freguesias e ainda algumas de Celorico de Basto.

O apogeu cultural dá-se nos inícios do Século XX, graças a amarantinos como Teixeira de Pascoaes nas letras e Amadeo de Souza-Cardoso na pintura.

Amarante adquiriu estatuto de cidade a 8 de Julho de 1985, sendo esta também a data do seu feriado municipal.

 

Geografia

O concelho de Amarante é fortemente marcado pelo seu relevo. Além disso, é também maior concelho do Distrito do Porto, tendo cerca de 29000 hectares de superfície (299,25 km²). Atravessado pelo rio Tâmega, cerca de 80% da superfície do concelho encontra-se abaixo dos 600 metros de altitude. No entanto, tal situação não impede de nele estar inserida uma das mais altas serras do país, o Marão, que tem cumes que atingem os 1450 metros, e a serra da Aboboreira. Outros rios que passam ao longo do concelho são o Ovelha e o Olo.

O solo é maioritariamente formado por granito, com predomínio da biotite. Há também algumas zonas de xisto dispersas pelo concelho.

Economia

As principais actividades económicas do concelho são a agricultura, presente em todas as freguesias, da qual se destaca a produção de vinhos verdes. Outros sectores importantes são a construção civil, a transformação de madeiras, o pequeno comércio e a indústria.

A pecuária, a silvicultura, a hotelaria e a metalomecânica, juntamente com os serviços, completam o tecido económico das várias freguesias que compõem o concelho. O turismo é um sector com fortes potencialidades, dadas as características ambientais e patrimoniais do concelho.

No passado, o sector secundário foi uma das principais marcas de progresso do concelho. No entanto, tal como em várias outras regiões do país, nos últimos anos assistiu-se ao encerramento de importantes fábricas de mobiliário e metalomecânica, que afectaram a economia local.

 

Comunicação social

No concelho existem vários jornais e rádios a trabalhar activamente. Entre as muitas edições semanais ou mensais concelhias, destacam-se o «Jornal de Amarante», o «Repórter do Marão», e o «Notícias de Figueiró».

A nível de rádio, existem duas: a «Rádio Clube de Amarante» e a «Emissora Regional de Amarante». Ambas emitem em FM.

(Texto: wikipeda)