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Categoria: Vila

Amares

mjfsantos 22/11/2007 @ 16:40

Amares - Santuário Nossa Senhora da AbadiaAmares - Ponte do Porto (Rio Cávado)Amares - Ponte de Rodas (Rio Homem)Amares - Mosteiro Rendufe 

Amares é um Concelho situado entre Homem e Cávado, junto às faldas da Serra do Gerês.

Desde sempre a actividade predominante e sustentadora da sua população foi a agricultura de minifúndio. A sua comercialização até ao novos tempos foi sempre pautada pelo interesse inquestionável dos taberneiros, que primavam por servir os melhores vinhos juntamente com os petiscos saboreados pelos seus clientes.

Dos produtos com maior relevância produtiva, a vinha sempre assumiu um papel de relevância. Até ao aparecimento do I QCA (Fundos Estruturais da Comunidade Europeia), o vinho verde tinto do produtor representou valores de produção elevados e considerado como uma grande fonte de receita dos agricultores amarenses. A sua maior ou menor produtividade, demarcava o grau de satisfação dos agricultores no S. Miguel.

Com a oportunidade trazida pelo Fundos Estruturais Comunitários o agricultor amarense também soube potenciar as boas condições microclimáticas para renovar e adaptar as suas vinhas com novas castas. Em resultado dessa transformação da vinha surgiu o fenómeno das extensas e harmoniosas vinhas vocacionadas para a predominante, senão quase esmagadora, produção do excelente vinho verde branco de uma região demarcada.

Com essa aposta dos agricultores amarenses surgiram unidades familiares de produtores/engarrafadores, com produção suficiente para a sua comercialização em superfícies comerciais de todo o país, estrangeiro e são escolha e referência dos restaurantes do concelho.

Assim, bem no coração do Minho, as vinhas de amares sempre tiveram um peso elevado na oportunidade de rendimentos dos amarenses. Hoje, com castas criteriosamente seleccionadas, em que predominam o Loureiro e a Trajadura, produz-se um vinho de sabor agradável, alegre leveza, frescura do toque e paladar, reunindo em si os atractivos da região.

A par de outros símbolos que demarcam produtos que a terra sempre deu e continua a dar, a presença dos dois cachos de uvas no Brasão de Amares eternizam um passado com presente dando garantias de futuro. Porém, outros sectores de actividade projectam a agricultura de minifúndio para segundo plano, figurando progressivamente como actividade complementar dos rendimentos das famílias rurais.

 (CM-Amares)

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Amares é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Braga, região Norte e subregião do Cávado, com cerca de 1 300 habitantes.

É sede de um pequeno município com 81,86 km² de área e 18 521 habitantes (2001), subdividido em 24 freguesias. O município é limitado a norte e nordeste pelo município de Terras de Bouro, a sueste por Vieira do Minho e Póvoa de Lanhoso, a sul por Braga e a noroeste por Vila Verde.

(Wikipedia)

Vieira do Minho

mjfsantos 19/11/2007 @ 16:36

Vieira do Minho - VistaVieira do Minho - Parque FlorestalVieira do Minho - Moinho

Vieira do Minho - Câmara

Vieira do Minho é uma vila portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 2 300 habitantes.

É sede de um município com 220,15 km² de área e 14 724 habitantes (2001), subdividido em 21 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Terras de Bouro, a norte e leste por Montalegre, a sueste por Cabeceiras de Basto, a sul por Fafe, a sudoeste por Póvoa de Lanhoso e a noroeste por Amares.
Para ouvir notícias de Vieira do Minho, pode sempre ligar a Rádio Alto Ave(de Vieira do Minho para o Mundo), sintonizando o seu rádio em 91.6 MHz ou através do sítio da Internet

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De origem antiga, como o atestam inúmeros elementos arqueológicos, as freguesias que actualmente integram Vieira pertenceram antigamente a vários concelhos, termos, coutos e vilas, hoje extintos:
Caniçada, Cova, Salamonde, Soengas e Ventosa, pertenceram ao concelho de Ribeira de Soás, deu-lhe foral D. Manuel  em 1515; Parada de Bouro foi pertença do Couto de Parada de Bouro, criado por D. Sancho I, que o deu à famosa Ribeirinha; Cantelães, Eira Vedra, Mosteiro, Pinheiro, Tabuaças, Vieira e Vilarchão, compunham o concelho de Vieira; Campos e Ruivães eram terras do concelho de Ruivães; Anjos e Rossas pertenceram ao Concelho de Rossas, a quem D. Manuel concedeu foral em 1514; Guilhofrei que pertenceu ao concelho de Vila Boa da Roda, com foral de 1514, autorgado por D. Manuel e por último Soutelo e Louredo pertenciam ao Concelho de Lanhoso, que tem foral dado por D. Dinis em 1292.

A antiguidade da ocupação humana das terras que hoje integram o concelho de Vieira do Minho pode ser atestada pelos inúmeros testemunhos arqueológicos que podem ser vistos no concelho, com particular destaque para a área da Serra da cabreira, território ocupado desde a pré-história e as localidades de Salamonde e Ruivães, onde a presença militar de diferentes povos, com destaque para os romanos, atestam o valor estratégico desta área no controle das principais vias de penetração na província. As mamoas, menires, gravuras rupestres , fojos medievais, necrópoles neolíticas, povoações romanas, castros, além de vários utensílios de barro, ferro e outros metais, são exemplos do filão arqueológico da região, bastante subexplorado aliás.

Da época romana, ainda existem vestígios de alguns troços da via XVII do itinerário Antonino que ligava Braga, Chaves a Astorga, e vestígios  de antigos povoados dessa época, é exemplo disso o povoado de S. Cristovão - Ruivães

Pela extrema importância na estratégia militar, a região sofreu os efeitos da penetração dos diversos povos que invadiram a península, desde os Suevos aos Romanos, e bem mais recentemente dos exércitos Napoleónicos. De facto, na Primavera de 1809, o concelho foi duas vezes atravessado pelas tropas do marechal Soult: a primeira em 15 de março, em impetuoso avanço a caminho de Braga. A segunda, a 17 de Maio, em retirada precipitada pela ponte da Misarela, no dia exacto em que as forças anglo-lusas de Wellesley chegavam ao alto de Salamonde, com o objectivo, frustrado, de lhes atalhar o passo.

Este seu pendor para o envolvimento na guerra determinou igualmente que Vieira se envolvesse nas guerras liberais, presenciando Ruivães duros combates entre liberais e absolutistas, e pouco depois, em Abril de 1846, Vieira entusiasma-se com o movimento popular da “ Maria da Fonte” onde teve a sua origem e onde habitava o seu mentor: padre Casimiro José Vieira.

Estas breves notas são bem o testemunho da história de Vieira do Minho, feita mais da sua valia estratégica, que da memória dos homens consubstanciada em monumentos e urbes.

(CM V-MINHO)

 

Póvoa de Lanhoso

mjfsantos 18/11/2007 @ 10:16

Póvoa de Lanhoso - Castelo

A Póvoa de Lanhoso é uma vila portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 4 600 habitantes.

É sede de um município com 131,99 km² de área e 22 772 habitantes (2001), subdividido em 29 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Amares, a leste por Vieira do Minho, a sul por Fafe e por Guimarães e a oeste por Braga.

Póvoa de Lanhoso - Edificios

Celorico de Basto

mjfsantos 15/11/2007 @ 11:59

Celorico de Basto - Quinta do PradoCelorico de Basto - Praia FluvialCelorico de Basto - PraçaCelorico de Basto - Zona Verde

Celorico de Basto é uma vila portuguesa no distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 2 500 habitantes.

É sede de um município com 181,10 km² de área e 20 466 habitantes (2001), subdividido em 22 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Cabeceiras de Basto, a leste por Mondim de Basto, a sul por Amarante, a sudoeste por Felgueiras e a oeste por Fafe. Alberga as vilas de Celorico de Basto, Fermil de Basto e a Gandarela de Basto

Cabeceiras de Basto

mjfsantos 14/11/2007 @ 16:23
Cabeceiras de Basto - Praça da Republica

Cabeceiras de Basto é uma vila portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 4 400 habitantes.

É sede de um município com 240,88 km² de área e 17 846 habitantes (2001), subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Montalegre, a nordeste por Boticas, a leste por Ribeira de Pena, a sueste por Mondim de Basto, a sul por Celorico de Basto, a oeste por Fafe e a noroeste por Vieira do Minho.

Cabeceiras de Basto - Mosteiro
Cabeceiras de Basto - Jardim
Cabeceiras de Basto - Estação

Vila Nova de Cerveira

mjfsantos 13/11/2007 @ 18:05


Vila Nova de Cerveira - Rio Minho
Vila Nova de Cerveira - Pelouro
Vila Nova de Cerveira - Igreja

 

Vila Nova de Cerveira (conhecida frequentemente apenas por Cerveira) é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 1 300 habitantes.

É sede de um município com 108,46 km² de área e 8 852 habitantes (2001), subdividido em 15 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Valença, a leste por Paredes de Coura, a sueste por Ponte de Lima, a sudoeste por Caminha e a noroeste pela Galiza. A sua principal freguesia é Campos, pois lá se situam os dois polos industriais, que desenvolvem e dinamizam todo o concelho e concelhos limitrofes.

Valença

mjfsantos 12/11/2007 @ 02:26

Valença - FortalezaValença

Valença é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 3 500 habitantes.

É sede de um município com 117,43 km² de área e 14 187 habitantes (2001), subdividido em dezasseis freguesias. O município é limitado a leste pelo município de Monção, a sul por Paredes de Coura, a oeste por Vila Nova de Cerveira e a noroeste e norte pela Espanha (município de Tui).

Recebeu foral de D. Sancho I, sendo então designada de Contrasta. Mudou para o actual nome em 1262. É designada por vezes por Valença do Minho.

Ponte de Lima

mjfsantos 11/11/2007 @ 08:28

Ponte de Lima - Vista sobre a PontePonte de Lima - CentroPonte de Lima - Ponte 

Ponte de Lima é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 2 800 habitantes. É caracterizada pela sua arquitectura rústica e pela área envolvente, banhada pelo Rio Lima.

É sede de um município com 321,20 km² de área e 44 343 habitantes (2001), subdividido em 51 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Paredes de Coura, a leste por Arcos de Valdevez e Ponte da Barca, a sueste por Vila Verde, a sul por Barcelos, a oeste por Viana do Castelo e Caminha e a noroeste por Vila Nova de Cerveira.

Recebeu foral de Dona Teresa em 4 de Março de 1125, sendo a vila mais antiga de Portugal.

(Wikipedia)

Ponte da Barca

mjfsantos 10/11/2007 @ 09:07

Ponte da Barca - Vista AéreaPonte da Barca - CâmaraPonte da Barca - Igreja da Misericórdia

Ponte da Barca é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 2 300 habitantes.

É sede de um município com 184,76 km² de área e 12 909 habitantes (2001), subdividido em 25 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Arcos de Valdevez, a leste pela Espanha, a sul por Terras de Bouro e Vila Verde e a oeste por Ponte de Lima.

O concelho recebeu foral de D. Teresa em 1125.
HISTÓRIA

Em pleno coração do Alto Minho deve o seu topónimo à "barca" que fazia a ligação entre as duas margens do Rio Lima, muitas vezes peregrinos a caminho de Santiago de Compostela, sendo a "ponte" construída em meados do séc. XV que lhe vai dar o nome de S. João de Ponte da Barca (1450).

Terra rica, fidalga, de feição arejada, as Terras da Nóbrega viram nascer junto ao bucólico Lima os irmãos Bernardes, Diogo e Agostinho, poetas da paisagem, das fontes e da saudade. Mas Ponte da Barca, é também vila morena, de granito talhada, cheia de construções apalaçadas com capelas e muros fronteiros, ameados e brasonados dos séc. XVI e XVII, os Paços do Concelho, o Pelourinho, o abrigo porticado, a Matriz dedicada a S. João Baptista com risco de Vilalobos. E ao lado de todo este espólio histórico-monumental, em plena harmonia de linhas e cérceas, uma vila nova a cheirar a progresso, uma Ponte da Barca atractiva e moderna.

Ponte da Barca é um concelho de contrastes: em primeiro plano, à esquerda a albufeira do Alto Lindoso (maior da Península), encontrando-se ao lado, o velho castelo roqueiro afonsino reconstruído por D. Dinis, em 1278, com baluartes e torre de menagem; os famosos espigueiros cobertos com lajes de granito; a Ermida, alminhas e cruzeiros.

Depois, a igreja do antigo mosteiro de Bravães, um dos mais significativos monumentos do românico do Alto Minho. É de registar o pórtico principal voltado a ocidente com cinco arquivoltas recheadas de motivos figurativos e geométricos e na porta lateral, o místico cordeiro.

Ponte da Barca turística, com as suas pesqueiras no Rio Lima (pesca da lampreia), possui ainda coutos de caça, desportos náuticos, praia fluvial, um bom equipamento de restauração e de animação hoteleira, artesanato, folclore e uma gastronomia de requinte: o presunto e a boroa de milho, as papas de sarrabulho, a chanfana de cabra à moda de Germil, a lampreia, o cabrito dos montados de Boivães e aquele branco colheita seleccionada, ou os famosos vinhos branco e tinto Terras da Nóbrega, da Adega Cooperativa, acompanhado sempre por um saber receber como ninguém, fazem de Ponte da Barca uma terra de eleição.

Paredes de Coura

mjfsantos 09/11/2007 @ 11:14

Photo Sharing and File Hosting at Badongo.com
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Paredes de Coura é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 1 500 habitantes.

É sede de um município com 138,02 km² de área e 9 571 habitantes (2001), subdividido em 21 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Valença e Monção, a leste por Arcos de Valdevez, a sul por Ponte de Lima e a oeste por Vila Nova de Cerveira.